- METAL CONTRA AS NUVENS -


Prova de que bom gosto (e talento) não tem idade! Parte II.



Escrito por Roberta Atisano às 14h41
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Prova de que bom gosto (e talento) não tem idade!



Escrito por Roberta Atisano às 14h53
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"Te vivo" (Luan Santana)

Para Gisele Magda e Izabela Simões...



Escrito por Roberta Atisano às 15h10
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"Menos que nada" (Carlos Gerbase)

Pra provar a qualidade que o cinema nacional pode ter, "Menos que nada", de Carlos Gerbase. Baseado no conto "O diário de Redegonda", do austríaco Arthur Schnitzler, o filme mescla razão e fantasia, e questiona os conceitos de realidade. Vale a pena conferir!



Escrito por Roberta Atisano às 10h45
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2º trailer de "Amanhecer - parte 2" ("Breaking Down - part 2")

Para Izabela, Alice e Amanda.



Escrito por Roberta Atisano às 10h31
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Slow down

Há muito não escrevo aqui nada além de futilidades, de meras atualizações de páginas... Há tempos não resenho um livro (ainda que da subliteratura que tanto me atrai) ou um bom filme (aliás, há tempos não resenho filme nenhum, nem bom, nem ruim!)... Há algum tempo ainda não renovo o repertório dos meus aparelhos MP3... Diminuí muito a minha marcha... confesso que ando me sentindo a little depressed...

A vida familiar, no entanto, segue produtiva e feliz... no último final de semana comemoramos o segundo aniversário do Eduardo com uma festinha do Pequeno Príncipe (tentarei postar algumas fotos), cuja decoração e confecção das lembrancinhas me consumiu algum (muito!) tempo...

Resumindo, o desempenho do meu papel de mãe ainda é o melhor!

Mas vou tentar voltar... prometo...

...

... prometo pra mim mesma.



Escrito por Roberta Atisano às 10h14
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Minhas próximas idas ao cinema, não necessariamente nessa ordem...



Escrito por Roberta Atisano às 10h41
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Não canse quem te quer bem

Como diria minha querida Izabela: #fica a dica#!

 



Escrito por Roberta Atisano às 10h25
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"Amanhecer - parte 2" ("Breaking Down - part 2")

Ansiedade máxima... rsrsrsrs... 16 de novembro...



Escrito por Roberta Atisano às 10h16
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Ser ADVOGADO

Prometi um post a uma pessoa especial, que alcançou algo especial...

Uma amiga, daquelas do tipo amiga-meio-filha-meio-irmã-caçula, passou no tão temido EXAME DA ORDEM antes mesmo de concluir a graduação, o que, em miúdos, significa dizer que, com menos conhecimento técnico do que a grande maioria dos candidatos, eis que ainda está nos bancos da faculdade, ela já garantiu sua inscrição junto à Ordem dos Advogados do Brasil.

Então aqui estou eu...

 

Izabela (com "z")

Pensei em transcrever um texto muito bonito, do uruguaio Eduardo J. Couture, sobre os "Dez Mandamentos do Advogado", mas vi que já fiz isso aqui, em algum Dia do Advogado passado...

Pensei em romancear um pouco a coisa e escrever sobre o Direito e a Justiça caminhando lado a lado em defesa da sociedade, mas há tempos percebi que o Direito e a Justiça até tentam, mas não caminham juntos...

Finalmente, pensei em escrever sobre o que é SER ADVOGADO.

Fiquei feliz em ver que nossa profissão ainda sobrevive em meio a tanto desgaste, a tanta "sujeira"... ser advogado ainda guarda seu charme, seu status... mas vamos lá... li várias definições sobre o que é ser advogado, e até dicas de como se tornar um advogado "bem-sucedido"... mas... sendo eu alguém que vive do Direito (até porque não sei fazer outra coisa!), não pude concordar com a grande maioria delas... Nenhuma conseguiu, em palavras, traduzir a grandeza da nossa profissão, que, como a Fênix, "renasce" das próprias cinzas a cada episódio execrável de um ou outro colega... Nenhuma delas conseguiu transmitir o tamanho dos "sapos" que engolimos no nosso dia a dia... enfim... you get the picture!

Numa carta aberta em um blog encontrei algo mais de acordo...

Nas sábias e apropriadas palavras de Valter Nunes de Almeida, que também viveu do Direito, "(...) a advocacia coloca o profissional do Direito entre o calvário e o paraíso. Adorado pelo cliente, é alvo de execração pública, fruto do cruel desconhecimento de sua verdadeira missão. Só são valorizados por aqueles que de seus serviços necessitam. Mesmo assim, terminado o processo, são esquecidos. A ingratidão é um estigma a lhe acompanhar. Probos ou chicaneiros, santos ou demônios, idealistas ou oportunistas, o rótulo varia e a identificação permanece. Mesmo sabendo o que é e quanto vale. Isto não basta. Verberar a injustiça, pugnar pelo direito, ser inconformado, rebelde, incômodo... esta é a vocação do advogado, e desta deve orgulhar-se. (...)"

Finalizando o cumprimento da minha promessa, digo que ser advogado é ser, sobretudo, corajoso. Corajoso para enfrentar, e suportar, a ingratidão. Corajoso para atender às necessidades e interesses do cliente, mesmo que estes sejam contrários às suas ideias. Corajoso para carregar o estigma de ser alguém sem caráter. Enfim, corajoso para trabalhar pela democracia num país de tiranos, pela verdade numa terra de mentirosos, pela Justiça num mundo sem lei...

Parabéns pela coragem!

 



Escrito por Roberta Atisano às 17h34
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"Brave"

Mude seu destino! Em 22 de junho de 2012.

 



Escrito por Roberta Atisano às 15h19
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Saudade

Hoje descobri (pelo Facebook) que no dia 30 de janeiro (ou seja, ontem), se comemora o Dia da Saudade. E li alguns posts criticando a data, pois, afinal, saudade é um sentimento triste, certo?! Nem sempre...

A palavra "saudade" vem do latim solitate, solidão. A maioria das línguas não tem uma palavra para definir todas as sensações provocadas quando se tem saudade. Nós temos, e, em português, a palavra abrange pelo menos meia dúzia de sensações: Substantivo feminino - Lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de tornar a vê-las ou possuí-las; nostalgia.

Esta miscelânia de sentimentos foi, é, e será sempre tema (recorrente) de músicas, poemas, filmes, livros e não há quem já não o tenha sentido em algum momento da vida. Temos saudades de pessoas, de momentos, de situações, de lugares, de cheiros, de conversas, de passeios, de uma frase, um beijo, um abraço, um gesto, de sentimentos... enfim, vocês captaram a idéia. Sentimos falta de tudo o que nos faz bem. Até agora não encontrei tristeza na saudade, mas só beleza...

"Relembrar é viver", já diziam os poetas. A saudade nos transporta para um tempo em que fomos mais felizes, e ela, em si, não é triste; algumas lembranças podem ser tristes, mas dessas não temos saudade. Quando lembramos de alguém que perdemos, nos entristecemos por não podermos mais desfrutar da companhia e do amor do outro, mas sentimos saudade dos bons momentos, dos momentos felizes, e não da perda, essa preferíamos esquecer...



Escrito por Roberta Atisano às 14h28
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Na vida todos temos um segredo inconfessável, um arrependimento irreversível, um sonho inalcançável e um amor inesquecível.



Escrito por Roberta Atisano às 15h03
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Indignação

 


  sexta-feira, 16 de setembro de 2011
 
 
  Associação dos Advogados de São Paulo 

 
 
 
 FOLHA DE S. PAULO - COTIDIANO
  Seis anos após adotar irmãos, pais tentam devolver um deles
 

Seis anos após adotar dois irmãos, um casal de Santa Catarina tentou devolver o mais velho, alegando problemas de relacionamento.

Moradores do vale do Itajaí, eles acabaram perdendo o poder familiar -deveres com relação à criança, incluindo a guarda- do garoto, de 12 anos, e da menina, de dez. Foram ainda condenados a indenizar cada criança em R$ 40 mil. Os nomes do casal e de seus defensores não foram divulgados.

Psicólogos e assistentes sociais constataram que o menino sofria discriminação e maus-tratos psicológicos.

Quando fazia xixi na cama, era obrigado a lavar os lençóis. Também ficava trancado no quarto a noite inteira.

Além disso, enquanto o filho biológico do casal, de 14 anos, estudava em uma escola particular, os filhos adotados estavam na rede pública.

Segundo a juíza do caso, que não quis ter seu nome divulgado (o caso corre sob segredo de Justiça), a mãe já havia levado o menino várias vezes ao Judiciário, dizendo que a criança era violenta.

A magistrada disse que, no ano passado, a mulher, de classe média alta, foi ao fórum, falou que não queria mais ficar com a criança e a abandonou no local.

Para a juíza, a mãe queria adotar só a menina, na época com cerca de três anos. Mas a lei não permite separar irmãos. "Ela o levou num 'compre um, leve dois'. Mas depois não conseguiu suportar."

A menina, apesar de ser desejada pela família, foi retirada de casa porque a juíza entendeu que ela também sofria maus-tratos. Segundo a magistrada, a garota presenciava o que ocorria com o irmão e temia sofrer rejeição.

A decisão de tirar as crianças dos pais é de 2010 e foi dada a partir de um pedido do Ministério Público.

Quando souberam que perderiam também a filha, os pais recorreram, alegando, segundo o Tribunal de Justiça do Estado, que nem todas as possibilidades de reinserção familiar das crianças haviam se esgotado.

Mas, em junho deste ano, a sentença foi confirmada pelo TJ, que estabeleceu o valor da indenização.

Desde o ano passado, as crianças estão em um abrigo. Elas só poderão ser adotadas quando as possibilidades de recurso no caso se esgotarem, o que ainda não ocorreu.

As chances de serem adotadas agora, porém, são baixas, pois a maior parte dos pretendentes à adoção deseja crianças de até três anos, segundo dados do Conselho Nacional de Justiça.

Segundos especialistas em direito da infância, a adoção é uma medida irrevogável, ou seja, não é possível devolver filhos adotados.

Criança foi tratada como mercadoria, afirma psicóloga

A intenção de devolver um filho adotivo como se fosse um produto demonstra que ele nunca foi reconhecido como filho, diz a psicóloga Vivien Bonafer Ponzoni, da Associação Brasileira de Psicodrama e Sociodrama.

"Quando você adota, vive com os filhos como se fossem legítimos e tenta alternativas para resolver os problemas."

Segundo a psicóloga, a rejeição pode trazer consequências "devastadoras" no comportamento e na saúde mental e física da criança, que precisa ter confiança no adulto para se desenvolver.

Para Ariel Alves, vice-presidente da Comissão Nacional da Criança e do Adolescente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), a rejeição é um processo "extremamente traumático". "É como se a pessoa tratasse a criança como um produto que está na prateleira: escolheu, usou e depois foi trocar", afirma.

Ponzoni ressalta ainda que a Justiça deve ser cuidadosa para não prejudicar a menina por tê-la retirado de casa, já que ela parece ter criado laços afetivos com a família.

De acordo com advogados consultados, no entanto, a lei de adoção determina que irmãos biológicos não sejam separados porque muitas vezes esse é o único vínculo familiar que restou.

A juíza do caso afirma que a menina foi ouvida e disse que preferia ficar com o irmão. Além disso, laudos de um psiquiatra, um psicólogo e um assistente social apontaram que o casal não estava preparado para a adoção.

LUIZA BANDEIRA
FELIPE LUCHETE
DE SÃO PAULO

 

Indignada demais pra comentar agora...



Escrito por Roberta Atisano às 11h02
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"Amanhecer" ("The Twilight Saga: Breaking Down") - 18/11/2011



Escrito por Roberta Atisano às 15h18
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"O Homem do Futuro" (Wagner Moura, Alline Moraes, Gabriel Braga Nunes e Maria Luiza Mendonça)

Agradabilíssima surpresa do cinema nacional, vale a pena conferir a película dirigida por Cláudio Torres, que conta ainda com uma brilhante atuação do versátil ator Wagner Moura! Mais agradável ainda por ter sido visto na companhia das amigas Izabela, Camila e Gisele! Obrigada meninas!

Você esperaria vinte anos por quem você ama?



Escrito por Roberta Atisano às 12h37
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Impunidade


  sexta-feira, 09 de setembro de 2011
 
  Associação dos Advogados de São Paulo 

 
 
 
 FOLHA DE S. PAULO - COTIDIANO
  Para STF, motorista que bebe e atropela não tem intenção de matar
 

O Supremo Tribunal Federal entendeu que o motorista que bebe e mata alguém em um acidente de trânsito deve responder por homicídio culposo (sem intenção).

A decisão ocorreu na terça-feira, quando o STF concedeu habeas corpus desclassificando de homicídio doloso (intencional) para culposo a acusação de um motorista que atropelou e matou uma mulher ao dirigir embriagado, em 2002, em Guariba (337 km de SP).

Segundo especialistas, a decisão deve influenciar juízes de todo o país.

 




Escrito por Roberta Atisano às 10h06
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Uma história de amor...

Essa foi a tentativa (de hoje) da Camila para me fazer chorar!!! Foi quase, Cacá, quase...



Escrito por Roberta Atisano às 09h45
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Cultura Inútil: Dia do Miojo

Acredita-se que o primeiro macarrão instantâneo foi o E-fu, na China, do século XVI. Entretanto, o inventor do macarrão instantâneo de nossos dias foi Momofuku Ando, nascido em Taiwan em 1910 durante a ocupação japonesa. Apelidado de o "Rei dos Macarrões", Momofuku morreu em 05 de janeiro de 2007, aos 96 anos, em Osaka no Japão, em decorrência de uma crise cardíaca. "(...) A paz está garantida quando não se está com fome (...)", dizia Momofuku, que criou o famoso macarrão em 1958, pela empresa Nissin.

Em sua biografia, Momofuku diz que sua necessidade de fabricar alimentos de baixo custo e de preparo fácil se deu início após ter presenciado, depois da guerra, uma enorme fila de pessoas famintas diante de uma vitrine clandestina de sopas de fios de massa.

Seu baixo custo e sua facilidade de preparação tornam o macarrão instantâneo um alimento popular entre aqueles que não sabem cozinhar, estudantes e pessoas que vivem sós.

No entanto, "(...) toda essa praticidade (...) esconde um teor nutritivo baixíssimo", alerta a nutricionista Maria Fernanda Cortez. Segundo a análise da embalagem de uma das marcas mais conhecidas do mercado feita por ela, só o tempero contém cerca de 50% do valor diário de sódio em uma dieta de duas mil calorias. A massa, por sua vez, oferece 32% do valor diário de gordura saturada que deveríamos consumir. Mas, mesmo não sendo a refeição ideal para ser consumida diariamente, o macarrão abre portas para diversas receitas criativas que podem incluir alimentos altamente nutritivos. Vejam algumas dicas da equipe do Yahoo para deixar seu Miojo mais saudável:

Faça seu próprio tempero
Deixe de lado aquele temperinho pronto que vem dentro da embalagem do macarrão instantâneo e utilize ervas e temperos naturais. "(...) Uma ótima opção é o manjericão, que, além de deixar a comida com um ótimo aroma, também tem poder antibacteriano, protegendo as células do nosso corpo (...)". O alho também pode dar um gostinho a mais à refeição e, de quebra, você ainda combate doenças como gripe, diabetes e até câncer
.

Acrescente legumes e verduras
"(...) Podem ser adicionados quaisquer tipos de legumes e verduras, dependendo apenas da preferência do cozinheiro (...)". A couve, por exemplo, é rica em cálcio, ferro e fósforo, realizando um papel de desintoxicação do organismo. Já a cenoura é uma importante fonte das vitaminas B e C, que trazem inúmeros benefícios ao sistema imunológico.

Invista nos molhos
Outra maneira de substituir o uso do tempero pronto do lámen é preparando molhos. O de tomate é sempre a melhor opção. "(...) Ele contém uma substância chamada licopeno, antioxidante que combate os radicais livres, prevenindo contra o envelhecimento
precoce e diversos tipos de câncer, como o de próstata (...)".

Coloque azeite
Para dar um gostinho a mais, outra dica é acrescentar azeite de oliva extra-virgem ao macarrão. "(...) Ele contém ômega 3
, substância que atua como um antioxidante no organismo (...)". Apesar do benefício, sua ingestão deve ser controlada, pois esse alimento é altamente calórico.

Adicione carnes
Carnes são importantes fontes de proteínas
e exercem a função de reparação e construção de tecidos. Por isso, adicione esse alimento de preferência grelhado, assado ou cozido ao macarrão. Entretanto, se a preparação for feita junto com a água do macarrão não despreze o caldo, pois grande parte dos nutrientes das carnes se encontra nele.

Seja criativo
A prática massa do miojo pode dar origem a diversos outros pratos. Um deles é a lasanha. Como o macarrão é compactado em blocos, fica fácil quebrá-lo e distribuí-lo como se fosse uma massa. Já o recheio pode variar de acordo com o gosto de cada um, desde o tradicional presunto com queijo
até um mais elaborado com espinafre e molho branco.

Prepare um yakisoba
Nada mais simples do que transformar um simples macarrão instantâneo em um elaborado Yakisoba lotado de legumes e vegetais. O prato costuma incluir frango, carne, brócolis, cenoura, couve-flor, pimentão e cebola. Após refogados, esses alimentos precisam apenas ser adicionados ao macarrão cozido sem o tempero. Como toque final, acrescente shoyu e gergelim, sem exagerar no primeiro, já que ele tem alta concentração de sódio.

Vai um Miojo aí???



Escrito por Roberta Atisano às 14h26
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"Fúria de Titãs" ("Clash of Titans")

Remake do clássico de 1981, é mais fiel à mitologia grega e uma ótima opção para os fãs do gênero.

"(...) A disputa pelo poder lança os homens contra os reis, e os reis contra os deuses. Mas a guerra em curso entre os deuses já é suficiente para destruir o mundo. Nascido de um deus, porém criado como homem, Perseu (Sam Worthington) se vê indefeso para salvar a família da aniquilação por Hades (Ralph Fiennes), o vingativo deus do reino dos mortos. Sem nada a perder, Perseu se oferece como voluntário para comandar a perigosa missão de derrotar Hades, antes que este consiga obter poder de Zeus (Liam Neeson) e instalar o inferno na Terra. Liderando um grupo de guerreiros, Perseu parte numa arriscada jornada nas profundezas dos mundos proibidos. Combatendo demônios cruéis e monstros terríveis, ele somente irá conseguir sobreviver se aceitar seu poder como um deus, desafiar a sorte e criar seu próprio destino. (...)"



Escrito por Roberta Atisano às 17h37
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3 Primaveras

Aos trancos e barrancos, com bem menos posts do que eu gostaria de ter finalizado, o Metal completa hoje 3 Primaveras, ou melhor seria dizer 3 Invernos??? Que frio!!!



Escrito por Roberta Atisano às 10h02
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"Fuckin´Perfect" (Pink)

Para encerrar a semana, assim como fiz no Facebook, dedico ao meu maridinho esta canção! Apaixonado



Escrito por Roberta Atisano às 09h59
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Dia dos Pais

Feliz Dia dos Pais!

Pai, você é o melhor pai que eu poderia ter tido!

Márcio, você é o melhor pai que eu poderia ter dado ao Elias e ao Eduardo!

 



Escrito por Roberta Atisano às 09h02
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Dia do Advogado

Aos colegas desta tão bonita, mas tão ingrata profissão, uma singela homenagem...

Os dez mandamentos do Advogado

  1) Estuda - O Direito se transforma constantemente.  Se não seguires seus passos, serás a cada dia um pouco menos advogado.

     2) 
Pensa - O Direito se aprende estudando, mas se exerce pensando. 

     3) Trabalha -
 A advocacia é uma árdua fadiga posta a serviço da justiça.

     4) Luta -
Teu dever é lutar pelo Direito, mas no dia em que encontrares em conflito o direito e a justiça, luta pela justiça. 

     5) Sê leal - Leal para com o teu cliente, a quem não deves abandonar até que compreendas que é indigno de ti.  Leal para com o adversário, ainda que ele seja desleal contigo.  Leal para com o juiz, que ignora os fatos e deve confiar no que tu lhe dizes; e que quanto ao direito, alguma outra vez, deve confiar no que tu lhe invocas.

     6) Tolera -
Tolera a verdade alheia na mesma medida em que queres que seja tolerada a tua.

     7) Tem paciência -
O tempo se vinga das coisas que se fazem sem a sua colaboração.

     8) Tem fé - Tem fé no Direito, como o melhor instrumento para a convivência humana; na Justiça, como destino normal do Direito; na Paz, como substituto bondoso da Justiça; e, sobretudo, tem fé na Liberdade, sem a qual não há Direito, nem Justiça, nem Paz.

     9) Esquece -
 A advocacia é uma luta de paixões.  Se em cada batalha fores carregando tua alma de rancor, sobrevirá o dia em que a vida será impossível para ti.  Concluído o combate, esquece tão prontamente tua vitória como tua derrota.

     10) Ama a tua profissão -
Trata de conceber a advocacia de tal maneira que no dia em que teu filho te pedir conselhos sobre seu destino ou futuro, consideres um honra para ti propor-lhe que se faça advogado.

(Eduardo Juan Couture - 1904-1956)

 



Escrito por Roberta Atisano às 11h54
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Adoção no Brasil - parte II

Vou destacar o único trecho da nota sobre o qual vou fazer algum comentário: "(...) Segundo levantamento do CNA, o Brasil tem 4.760 crianças e adolescentes disponíveis para adoção. O número de pretendentes, por sua vez, é bem maior – chega a 27.264 em todo o Brasil. (...)" 

Essa "matemática" não entra na minha cabeça... por favor, me ajudem a entender! Se temos no Brasil mais de vinte e sete mil pretendentes cadastrados, e pouco mais de quatro mil e setecentas crianças e/ou adolescentes "disponíveis" à adoção, pelas minhas contas, existe cerca de cinco crianças/adolescentes e meia para cada pretendente/casal, certo?! ERRADO!!!

Errado porque essas quatro mil e setecentas crianças e adolescentes que estão "disponíveis" estão fora do "perfil" dos adotantes brasileiros, que querem uma criança branca, de preferência do sexo feminimo, e que tenha, no máximo, um ano de idade! E mais, que seja absolutamente saudável, fato que ainda não se pode prever ou prevenir sequer numa gestação...

Apenas 3,6% das crianças e dos adolescentes abrigados no Brasil corresponde ao "perfil" do adotante brasileiro! 21,5% das crianças e adolescentes "disponíveis" à adoção tem algum problema de saúde! Mais de 70% das crianças e dos adolescentes abrigados são pardos ou negros, e mais da metade são do sexo masculino!

Dez anos aguardando na fila, por uma criança que atenda a todos esses requisitos, nem é muito tempo! Conheço um casal que queria muito uma menina, mas teve três meninos (biológicos), e outro que queria muito um menino e teve quatro meninas! É... a "lista", o cadastro de adotantes/"disponíveis" está fazendo as vezes de Deus!

A grosso modo, pode-se dizer que, na verdade, são as crianças e adolescentes "disponíveis" à adoção quem não atendem ao "perfil" dos pretensos adotantes!!! Falta àqueles que pretendem adotar entender o instituto da adoção, bem como a sua finalidade, que é a de encontrar uma família para uma criança ou adolescente, e não uma criança ou adolescente para uma família!

E, nesses casos, os chamados "disponíveis", que estão fora do "perfil", são, de fato, os esquecidos, as sobras, a xepa da feira...



Escrito por Roberta Atisano às 11h05
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Adoção no Brasil

 

  quarta-feira, 10 de agosto de 2011
 
 
  Associação dos Advogados de São Paulo 
 
 
 
 CNJ
  Brasil tem mais de 33 mil crianças e adolescentes acolhidas em estabelecimentos
 

Em todo o Brasil, 33.361 crianças e adolescentes vivem em unidades de acolhimento. É o que revela o Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Acolhidos (CNCA) – banco de dados criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em outubro de 2009, para consolidar as informações a respeito de crianças e jovens acolhidos em estabelecimentos mantidos por organizações não governamentais, igrejas ou instituições religiosas em todo o país. O levantamento aponta um aumento na quantidade de pessoas vivendo nessas entidades. Em maio deste ano, o número de acolhidos chegava a 30.546 no país.

O Estado que mais registra crianças e adolescentes vivendo em unidades de acolhimento é São Paulo, com 7.387 do total. Na sequência vem Minas Gerais, com 5.178 acolhidos, Rio de Janeiro, com 4.205, e Rio Grande do Sul, com 3.430.

Maior número - O Brasil tem atualmente 1.928 entidades destinadas ao acolhimento, segundo o CNCA. Os estados com o maior número de acolhidos são também os que mais reúnem estabelecimentos. De acordo com o cadastro, São Paulo é o que mais concentra unidades de acolhimento, com um total de 353. Minas Gerais vem em segundo lugar, com 324 do total. O Rio Grande do Sul, que conta com 211 unidades, vem seguido do Rio de Janeiro, com 166 entidades.

Com relação ao tempo médio de acolhimento, o CNCA apontou que 4.385 das crianças e adolescentes já ultrapassaram um ano nesses estabelecimentos. Outras 2.024 já estão há mais de dois anos nessas entidades e 1.029 há mais de três anos. A maior parte dos acolhidos é do sexo masculino – são 17.548 meninos e 15.813 meninas, segundo o cadastro do CNJ.

O CNCA complementa o banco de dados do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e contém o histórico de crianças e adolescentes, destituídos ou não do poder familiar, que se encontram em entidades de acolhimento. Segundo levantamento do CNA, o Brasil tem 4.760 crianças e adolescentes disponíveis para adoção. O número de pretendentes, por sua vez, é bem maior – chega a 27.264 em todo o Brasil.

Giselle Souza
Agência de Notícias do CNJ

 


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Comentários em breve...

 



Escrito por Roberta Atisano às 11h04
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"Deixe-me entrar" ("Let me in")

Para aqueles que realmente gostam de "filmes sobre vampiros"... sutil, intimista, tenso! Recomendo!

E, pra quem assistiu (ou assistir), pergunto: quem, de fato, é a Abby??? Ainda não formei meu convencimento, de sorte que a discussão está aberta...



Escrito por Roberta Atisano às 15h22
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Onde eu errei???

O pior é que quando essa voz começa a falar, ela não cala mais a boca!!!

 



Escrito por Roberta Atisano às 09h39
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MTV Movie Awards 2011

Ontem aconteceu a entrega do MTV Movie Awards 2011. Para a surpresa de todos (leia-se de forma irônica, por gentileza), o terceiro episódio da Saga Crepúsculo, Eclipse, foi o grande vencedor da noite! Mas, perguntinha básica: alguém esperava outra coisa???

Vejam os ganhadores: 

Melhor filme

Cisne Negro
Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1
A Origem
A Rede Social
A Saga Twilight: Eclipse ("Cisne Negro" e "Harry Potter" eram meus favoritos! Continuo achando adaptações de Crepúsculo muito ruins!!! Desanimado)

Melhor Atriz

Emma Stone, “A Mentira”
Emma Watson, “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1″
Jennifer Aniston, “Esposa de Mentirinha”
Kristen Stewart, “A Saga Twilight: Eclipse”
Natalie Portman, “Cisne Negro” (alguém peça descuplas à Natalie Portman, por favor!!!)

Melhor ator

Daniel Radcliffe, “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1″
Jesse Eisenberg, “A Rede Social”
Robert Pattinson, “A Saga Twilight: Eclipse” (aqui estava difícil decidir quem tinha menos talento... aí ganhou o mais bonito!!!)
Taylor Lautner, “A Saga Twilight: Eclipse”
Zac Efron, “A Morte e Vida de Charlie”

Melhor Revelação

Andrew Garfield , “A Rede Social”
Chloë Grace Moretz, “Kick-Ass” (ela é fantástica! Rouba a cena em "500 dias com ela" e está brilhante em "Deixe-me entrar"!)
Hailee Steinfeld, “Bravura Indômita”
Jay Chou, “Besouro Verde”
Olivia Wilde, “TRON: O Legado”
Xavier Samuel, “A Saga Twilight: Eclipse”

Melhor Atuação Cômica

Adam Sandler, “Esposa de Mentirinha”
Ashton Kutcher, “Sexo Sem Compromisso”
Emma Stone, “A Mentira” (prefiro o Russel Brand...)
Russell Brand, “Get Him to the Greek”
Zach Galifianakis, “Um Parto de Viagem”

Melhor Fala de um Filme

Alexys Nycole Sanchez, “Gente Grande”: “Eu quero ficar bêbada com chocolate” (conheço algumas garotas que também gostariam disso...)
Amanda Bynes e Emma Stone, “A Mentira”: Amanda Bynes: “Existe um poder maior que ira julgar a sua indecência.” Emma Stone: “Tom Cruise?”
Jesse Eisenberg, “A Rede Social”: “Se vocês fossem os criadores do Facebook, teriam inventado o Facebook”
Justin Timberlake e Andrew Garfield, “A Rede Social”: Justin Timberlake: “… Um milhão de dólares não é legal. Você sabe o que é legal?” Andrew Garfield: “Um bilhão de dólares. E aquilo calou a boca de todo mundo”
Tom Hardy, “A Origem”: “Você não pode ter medo de sonhar um pouco mais alto, querido.”

Melhor Vilão

Christoph Waltz, “Besouro Verde”
Leighton Meester, “The Roommate”
Mickey Rourke, “Homem de Ferro 2″
Ned Beatty, “Toy Story 3″
Tom Felton, “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1″ (O Draco Malfoy é tão vilão quanto o Voldemort é bonzinho!!! Isso foi piada, não?!)

Melhor Luta

Amy Adams vs. The Sisters, “O Vencedor”
Chloë Grace Moretz vs. Mark Strong, “Kick-Ass”
Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint vs. Death Eaters, “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1″
Joseph Gordon-Levitt vs. homem no corredor, “A Origem”
Robert Pattinson vs. Bryce Dallas Howard e Xavier Samuel, “A Saga Twilight: Eclipse” (isso também só pode ser piada!!!)

Melhor Beijo

Ellen Page e Joseph Gordon-Levitt, “A Origem”
Emma Watson e Daniel Radcliffe, “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1″
Kristen Stewart e Robert Pattinson, “A Saga Twilight: Eclipse”
Kristen Stewart e Taylor Lautner, “A Saga Twilight: Eclipse”
Natalie Portman e Mila Kunis, “Cisne Negro” (com a homossexualidade tão em moda hoje em dia, jurava que elas iam arrebatar essa estatueta, mas a meninada fã de Twilight, muito conservadora, não deixou...)

Melhor Momento “Puta merda”

James Franco, “127 Horas,” Corta o seu braço
Justin Bieber, “Justin Bieber: Never Say Never,” Performance (só dá pra falar WTF pra isso mesmo...)
Leonardo DiCaprio e Ellen Page, “A Origem”, A Cena do Café Explodindo em Paris
Natalie Portman, “Cisne Negro,” Mutilação: Puxando a pele do seu próprio dedo
Steve-O, “Jackass 3D,” Bungee-jump no banheiro

Melhor Atuação “ASSUSTADA PRA CACETE”

Ashley Bell, “O Último Exorcismo”
Ellen Page, “A Origem” (eu gosto dela!!!)
Jessica Szohr, “Piranha 3D”
Minka Kelly, “The Roommate”
Ryan Reynolds, “Enterrado Vivo”

Melhor estrela fodona

Alex Pettyfer, “Eu sou o Número Quatro”
Chloë Grace Moretz, “Kick-Ass” (já disse que ela é fantástica???)
Jaden Smith, “The Karate Kid”
Joseph Gordon-Levitt, “A Origem”
Robert Downey Jr., “Homem de Ferro 2″

PRÊMIO GERAÇÃO MTV

Reese Whiterspoon (éééééé... tá bom, vai...)



Escrito por Roberta Atisano às 09h03
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"Água para Elefantes"



Escrito por Roberta Atisano às 14h01
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"Vejo enfim a luz brilhar"

Feliz Aniversário! Te amo!



Escrito por Roberta Atisano às 06h29
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E o Oscar vai para...

Melhor filme

Cisne Negro
O Vencedor
A Origem
O Discurso do Rei – VENCEDOR
A Rede Social
Minhas Mães e meu Pai
Toy Story 3
127 Horas
Bravura Indômita
Inverno da Alma (este era o meu preferido!)

Melhor diretor

Darren Aronovsky – Cisne Negro
David Fincher – A Rede Social
Tom Hooper – O Discurso do Rei – VENCEDOR
David O. Russell – O Vencedor
Joel e Ethan Coen – Bravura Indômita

Melhor ator

Jesse Eisenberg – A Rede Social
Colin Firth – O Discurso do Rei – VENCEDOR
James Franco – 127 Horas
Jeff Bridges – Bravura Indômita
Javier Bardem – Biutiful

Melhor atriz

Nicole Kidman – Reencontrando a Felicidade
Jennifer Lawrence – Inverno da Alma
Natalie Portman – Cisne Negro – VENCEDORA
Michelle Williams – Blue Valentine
Annette Bening – Minhas Mães e meu Pai

Melhor ator coadjuvante

Christian Bale – O Vencedor – VENCEDOR (depois dos tristes episódios envolvendo a vida pessoal do Christian Bale, não consigo mais gostar dele!!!)
Jeremy Renner – Atração Perigosa
Geoffrey Rush – O Discurso do Rei (acho que ele merecia mais!)
John Hawkes – Inverno da Alma
Mark Ruffalo – Minhas Mães e meu Pai

Melhor atriz coadjuvante

Amy Adams – O Vencedor
Helena Bonham Carter – O Discurso do Rei
Jacki Weaver – Animal Kingdom
Melissa Leo – O Vencedor – VENCEDORA
Hailee Steinfeld – Bravura Indômita

Melhor longa animado

Como Treinar o Seu Dragão (é tãããooo legal!!! Merecia um prêmio também!)
O Mágico
Toy Story 3 – VENCEDOR

Melhor filme em lingua estrangeira

Biutiful
Fora-da-Lei
Dente Canino
Incendies
Em um Mundo Melhor – VENCEDOR

Melhor direção de arte

Alice no País das Maravilhas – VENCEDOR
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I
A Origem
O Discurso do Rei
Bravura Indômita

Melhor fotografia

Cisne Negro
A Origem – VENCEDOR
O Discurso do Rei
A Rede Social
Bravura Indômita

Melhor figurino

Alice no País das Maravilhas – VENCEDOR
I am Love
O Discurso do Rei
The Tempest
Bravura Indômita

Melhor montagem

Cisne Negro
O Vencedor
O Discurso do Rei
A Rede Social – VENCEDOR
127 Horas

Melhor documentário

Lixo Extraordinário
Exit Through the Gift Shop
Trabalho Interno – VENCEDOR
Gasland
Restrepo

Melhor documentário em curta-metragem

Killing in the Name
Poster Girl
Strangers no More – VENCEDOR
Sun Come Up
The Warriors of Qiugang

Melhor trilha sonora

Alexandre Desplat – O Discurso do Rei
John Powell – Como Treinar o seu Dragão
A.R. Rahman – 127 Horas
Trent Reznor e Atticus Ross – A Rede Social – VENCEDORES
Hans Zimmer – A Origem

Melhor canção original (o assunto aqui é delicado... as quatro canções são lindas! Gosto tanto de "I see the light" que a coloquei como toque do meu celular quando meu marido me liga! Apaixonado )

“Coming Home” – Country Strong
“I See the Light” – Enrolados
“If I Rise” – 127 Horas
We Belong Together – Toy Story 3 – VENCEDOR

Melhor Maquiagem

O Lobisomem – VENCEDOR
Caminho da Liberdade
Minha Versão para o Amor

Melhor Curta-metragem de animação

Day & Night
The Gruffalo
Let’s Pollute
The Lost Thing – VENCEDOR
Madagascar, Carnet de Voyage

Melhor Curta-metragem

The Confession
The Crush
God of Love – VENCEDOR
Na Wewe
Wish 143

Melhor Edição de som

A Origem – VENCEDOR
Toy Story 3
Tron – O Legado
Bravura Indômita
Incontrolável

Melhor Mixagem de som

A Origem – VENCEDOR
Bravura Indômita
O Discurso do Rei
A Rede Social
Salt

Melhor Efeitos especiais

Alice no País das Maravilhas
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I
Além da Vida
A Origem – VENCEDOR
Homem de Ferro 2

Melhor Roteiro adaptado

A Rede Social – VENCEDOR
127 Horas
Toy Story 3
Bravura Indômita
Inverno da Alma

Melhor Roteiro original

Minhas Mães e meu Pai
A Origem
O Discurso do Rei – VENCEDOR
O Vencedor
Another Year

Quanto aos apresentadores deste ano, Anne Hathaway e James Franco, vi uma agradável surpresa. Os dois foram carismáticos e engraçados! Destaque para a homenagem feita a Kirk Douglas. Ele perguntando à Anne Hathaway aonde ela estava quando ele atuava, fazendo referência à sua beleza, e fazendo-a corar, foi impagável!

Finalmente, quanto aos prêmios, a cerimônia deste ano não guardou grandes surpresas, premiando os favoritos da Academia!



Escrito por Roberta Atisano às 14h55
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Dilma Roussef

Por mais quatro anos teremos o PT no comando do País. Segue o que eu tenho a dizer a respeito:



Escrito por Roberta Atisano às 19h39
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O Brasil fora da Copa 2010

"(...) Desastre e injustiça no Nelson Mandela Bay

Quando o primeiro tempo terminou no quente estádio Nelson Mandela Bay os holandeses devem ter agradecido aos céus por estar só 1 a 0, em belo gol de Robinho, aos 10, ao receber um passe de Felipe Melo que Gérson, o Canhotinha de Ouro da Copa de 1970, assinaria com gosto. Porque a Seleção Brasileira chegou a ter momentos simplesmente espetaculares nos primeiros 45 minutos, a exemplo, aliás, do que Dunga havia previsto, ao falar em futebol bem jogado nas partidas contra os holandeses. Antes do gol mesmo, em bela trama, Daniel Alves estava impedido, razão pela qual o gol brasileiro de Robinho foi bem anulado. Mas depois do gol, não só Kaká sofreu pênalti cometido por De Jong, aos 8, como o mesmo Kaká, aos 30, complementando uma linda triangulação levou o goleiro Stekelenburg a fazer excelente defesa.

Kaká disputou a primeira metade do jogo intensamente e só apanhou menos que Luís Fabiano, que mais pareceu um boi de piranha que um centroavante, missão que cumpriu com valentia.

O pé esquerdo de Robben era marcado impiedosamente, ora por um, ora por outro, ora por mais um defensor brasileiro, de maneira exemplar.

Mais uma vez, enfim, o time brasileiro contra cachorro grande mostrava ser maior, coisa que virou hábito na gestão Dunga, certamente porque para tentar jogar permite-se que o Brasil jogue.

No último minuto, depois que Juan mandou por cima o que poderia ter sido o segundo gol, Maicon ia ampliando num lance que lembrou o famos quarto gol de Carlos Alberto  Torres no fecho da Copa de 70, segunda referência aqui a um momento mágico do futebol, porque a seleção canarinho assim fez por merecer. Aliás, neste lance, o goleiro desviou para escanteio e a fraca arbitragem japonesa não viu. E Robben, ainda foi pego como falso malandro por Daniel Alves, em seu melhor momento porque não estava bem, ao querer enganar os brasileiros numa cobrança de escanteio.

E o Brasil ainda teve 53% de posse de bola.

E o segundo tempo veio.

Logo aos 8, injustiça pelo ar. Sneijder cruzou na área, Júlio César saiu em falso e Felipe Melo desviou para dentro do gol.

A isso, em futebol, se dá um nome: Brasil x Holanda, jogo de cachorro de grande. Ficaria maior?

Prudente, porque virou guerra, Dunga tirou Michel Bastos, com amarelo, e botou Gilberto em campo, aos 16.

A superioridade brasileira virou equilíbrio.

Tudo poderia acontecer.

E aconteceu!

Na cabeça de Sneijder, aos 22, em cobrança de escanteio por Robben: 2 a 1.

Era hora de reação, pois pela primeira vez a Seleção estava em desvantagem na África do Sul. A exemplos das Copas de 1986 e 1990, quando o Brasil foi eliminado, pela Argentina e pela França, em suas melhores apresentações, a Holanda despachava os pentacampeões mundiais.

Mas havia tempo se houvesse cabeça, coisa que Felipe Melo, sabidamente não tem. E depois de pisar Robben, o brasileiro foi bem expulso aos 28. Se lembrou Gérson em 70, lembrou a expulsão de Luís Pereira em 74 também.

Ficou praticamente impossível.

Robben enlouqueceu o time nacional.

A maioria holandesa fazia a festa no Nelson Mandela Bay e Dunga trocava Luís Fabiano por Nilmar, uma tentativa correta de trocar a força de um pela habilidade de outro num momento de inferioridade técnica e numérica.

A Holanda estava sempre mais perto do terceiro gol do que o Brasil do segundo.

Notas:

Júlio César falhou no primeiro gol: 5; Maicon fez o que pôde: 6,5; Lúcio e Juan, dois gols por cima: 5; Michel Bastos saiu-se melhor do que a encomenda: 6,5; Gilberto Silva trabalhador como sempre: 6; Felipe Melo, do céu ao inferno: 4; Daniel Alves, a maior decepção da Copa: 4; Kaká, muito bem no primeiro tempo, caiu no segundo: 6,5; Robinho, exatamente como Kaká, talvez um pouco acima: 7; Luís Fabiano, um leão sem dentes: 6; Nilmar, nada pôde fazer: 5; Dunga não merecia a derrota num jogo como o de hoje e, como na Olimpíada de Pequim, não conseguiu o que queria, embora tenha brilhado depois em tudo que disputou. Uma pena: 6. (...)"

Faço minhas as palavras de Juca Kfouri, até porque cresci vendo a seleção do Dunga disputar os mundiais, e gosto dele! Torcia por ele E pela seleção! Mas não deu! Guardemos o hexa para 2014, em casa!

P.S.: APESAR DA TRISTEZA COM A ELIMINAÇÃO DO BRASIL, TENHO QUE ADMITIR QUE ESTA É MUITO MENOR (MUITO MENOR!) DO QUE A ALEGRIA DE VER A ARGENTINA TOMAR UM CHOCOLATE DA ALEMANHA E VOLTAR PRA CASA LEVANDO UM DIEGO MARADONA QUIETINHO, QUIETINHO! FOMOS ELIMINADOS, MAS SEM CHOCOLATE! ESTE FICOU PARA LOS HERMANOS. 



Escrito por Roberta Atisano às 14h38
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The Twilight Saga: Eclipse

Acabou a espera. Estréia hoje o terceiro longa da saga Crepúsculo: Eclipse. Dirigido por David Slade, de "A Bússula de Ouro", este promete ser o melhor filme da série até agora... vamos conferir!



Escrito por Roberta Atisano às 17h39
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O Edu está chegando!

Lilypie - Personal pictureLilypie First Birthday tickers



Escrito por Roberta Atisano às 10h27
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Eclipse II

Eis o segundo trailer oficial do terceiro filme da saga, apesar da informação equivocada do YouTube. De presente de aniversário pra você, Juh...



Escrito por Roberta Atisano às 18h15
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Eclipse

Divulgado hoje o primeiro trailler oficial de Eclipse, terceiro longa da saga Crepúsculo. Confiram:

Aproveito para dar os parabéns à minha afilhada Fernanda, que completa 18 aninhos hoje! Beijos Fê.



Escrito por Roberta Atisano às 18h46
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And the Oscar goes to...

Ops... Neste ano a frase "and the Oscar goes to..." foi substituída pela velha "and the winner is...". Particularmente, prefiro a primeira, mas reconheço que não faz muita diferença... diferença mesmo faria se eu conseguisse ficar a noite toda acordada a assistir a cerimônia completa, em vez de tirar vários cochilinhos durante a apresentação que, graças a Deus, pude ver na TNT e evitar, assim, a locução despreparada do José Wilker na Globo... adoro o Wilker, não me entendam mal, mas acho que, apresentando o Oscar ele é um ótimo ator, se é que vocês me entendem...

Mas vamos lá... vamos dar uma checada na lista de ganhadores:

Melhor Filme: "Guerra ao Terror" de Kathryn Bigelow, Mark Boal, Nicolas Chartier e Greg Shapiro

Melhor Direção: Kathryn Bigelow, "Guerra ao Terror"

Melhor Atriz: Sandra Bullock, "Um Sonho Possível"

Melhor atriz Coadjuvante: Mo'Nique, "Preciosa - Uma História de Esperança"

Melhor Ator: Jeff Bridges, "Coração Louco"

Melhor Ator Coadjuvante: Christoph Waltz, "Bastardos Inglórios"

Melhor Animação: "Up - Altas Aventuras" - Pete Docter

Melhor Filme Estrangeiro: "O Segredo dos Seus Olhos", de Juan José Campanella (Argentina)

Melhor Direção de Arte: "Avatar" - Rick Carter e Robert Stromberg (Direção de Arte); Kim Sinclair (Decoração do set)

Melhor Fotografia: "Avatar" - Mauro Fiore

Melhor Figurino: "The Young Victoria" - Sandy Powell

Melhor Montagem: "Guerra ao Terror" - Bob Murawski e Chris Innis

Melhor Maquiagem: "Star Trek" - Barney Burman, Mindy Hall e Joel Harlow

Melhor Trilha Sonora: "Up - Altas Aventuras" - Michael Giacchino

Melhor Canção: "The Weary Kind", "Coração Louco" - Ryan Bingham e T Bone Burnett

Melhor Roteiro Original: "Guerra ao Terror" - Mark Boal

Melhor Roteiro Adaptado: "Preciosa - Uma História de Esperança" - Geoffrey Fletcher

Melhores Efeitos Visuais: "Avatar" - Joe Letteri, Stephen Rosenbaum, Richard Baneham e Andrew R. Jones

Melhor Edição de Som: "Guerra ao Terror" - Paul N.J. Ottosson

Melhor Mixagem de Som: "Guerra ao terror" - Paul N.J. Ottosson e Ray Beckett

Melhor Documentário: "The Cove" - Louie Psihoyos e Fisher Stevens

Melhor Documentário em Curta-metragem: "Music by Prudence" - Roger Ross Williams e Elinor Burkett

Melhor Curta-metragem: "The New Tenants" - Joachim Back e Tivi Magnusson

Melhor Curta-metragem de Animação: "Logorama" - Nicolas Schmerkin

Surpresas??? Para mim, o Oscar de melhor filme estrangeiro para o argentino "O Segredo dos seus Olhos", desbancando o favorito alemão, foi a maior surpresa. E, definitivamente, "Avatar" não ter ganho o prêmio como melhor filme surpreendeu não só a mim.

E parabéns à Kathryn Bigelow que, na véspera do Dia Internacional da Mulher, fez história no cinema ao ser a primeira mulher a ganhar o Oscar de melhor direção. Parabéns, ainda, a todas as mulheres pelo nosso dia!!!

 

 



Escrito por Roberta Atisano às 16h16
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Toy Story em 3D

Para um afixionado em desenhos animados como eu, a experiência é realmente empolgante... me senti dentro da animação!!! Recomendo para crianças, adolescentes, adultos, idosos... em exibição por tempo limitado (Toy Story 1 de 26/02 a 04/03 - Toy Story 2 de 05 a 12/03)...



Escrito por Roberta Atisano às 10h44
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É um menino!!!

Olá, pessoas!!!

É com imensa alegria que conto a vocês que estou esperando outro garotão... e, quase em primeira mão, apresento-lhes o Eduardo...





Escrito por Roberta Atisano às 19h27
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Avatar - James Cameron

Como eu já disse antes, é tão legal ser mãe de um menino! Boa pedida para o finalzinho do feriado!



Escrito por Roberta Atisano às 17h54
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A razão da minha ausência...

Olá...

Serei mamãe novamente, e a gravidez é a razão temporária da minha ausência! Peço desculpas aos poucos seguidores deste blog, e prometo retomar os posts em 2010...

A propósito, FELIZ ANO NOVO A TODOS! Muita paz, saúde, e principalmente, AMOR!!!

 



Escrito por Roberta Atisano às 22h18
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Letra e Música

"(...) Antônia acreditava que as músicas eram feitas para que nos encaixássemos nelas (...). (...) Faz parte do desafio encontrar a canção certa para o momento certo, e às vezes se começa pelo momento, outras vezes pela própria canção, como se a canção pudesse expandir-se e encarregar-se de construir tudo o que há em volta dela (...)" - Carol Bensimon, "Sinuca embaixo d´água".

A minha relação com a música é delicada. Não porque eu toque alguma coisa, ou seja uma grande entendida do assunto, como são (ou pretendem ser) algumas pessoas que conheço. Nada disso! A minha relação com a música é, e sempre foi, delicada, porque eu não consigo ficar muito tempo sem ela! Eu vou pro trabalho ouvindo música, eu trabalho ouvindo música, eu volto pra casa ouvindo música, eu cozinho e estudo ouvindo música. Pra mim é difícil entrar no carro e não ligar o rádio, ou o MP3, ou o celular mesmo. E, às vezes, determinada música me toma de assalto, não sei bem se pela letra, não sei se pela melodia, ou se pelos dois, mas me toma de um jeito que me obriga a ouvi-la repetidas e incontáveis vezes, até que ela me remeta pra alguma história, alguma lembrança, ou ainda pra um recanto vazio na minha cabeça, se não existirem histórias ou lembranças com as quais ela possa se associar... É uma sensação diferente daquela que você tem quando ouve uma canção cuja letra se "encaixa" na sua vida ou num certo momento dela, parecendo que a letra foi escrita pra (ou por) você... não é bem isso, mas é tão marcante quanto... emocionante até...

Pedi pra uma amiga encher um dos meus MP3 com as músicas que ela gosta (faço muito isso), e assim ela fez... entre o cantar rasgado da Amy Winehouse e o jazz meio melancólico (pra mim) do Chat Baker, estava a música "Aqui", da Ana Carolina, que me causou a sensação estranha que eu tentei descrever...



Escrito por Roberta Atisano às 09h45
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"Lua Nova" ("New Moon") - 2º trailer

Amanda e Alice. Pra vocês!!! (De antemão, desculpem, não achei legendado!).

 



Escrito por Roberta Atisano às 14h15
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Feriado

Parque da Xuxa. "Banho" no Splash. Vídeo-game. Desenho animado. Cinema. "Up: Altas Aventuras". Reflexões. Mc´Donalds com o Elias. "Pinocchio" na tevê. Segredos compartilhados. Carinho dos sobrinhos. Irmãos. Bomba de chocolate. Sol no parquinho. Mais vídeo-game. Carinho de filho. Mais desenho animado. Morango com leite condensado. Decisões.

Assim foi meu feriado. E eu diria que foi produtivo. Principalmente depois de uma semana tããããoooo frustrante!!!

E, neste adiado começo de semana, o que posso dizer é: assistam "Up". As paixões podem ser a roda que faz a vida girar, mas o amor é o que te ampara quando você cai! Assistam o filme e saibam do que eu falo.



Escrito por Roberta Atisano às 15h07
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"Sinuca Embaixo D´Água" (Carol Bensimon)

Quem tiver a oportunidade de comparecer... o romance é de autoria da Carol Bensimon, a mesma de "Pó de Parede", livro que eu já recomendei por aqui há algum tempo.



Escrito por Roberta Atisano às 14h08
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Contagem Regressiva

Estréia na próxima sexta, 04 de setembro, "Up: Altas Aventuras", o novo longa de animação da Disney-Pixar. Pete Docter, que dirigiu "Monstros S.A." (que lhe rendeu um Oscar) e participou dos projetos de criação de "Toy Story 2" e "Wall-E", agora nos conta a estória de um vendedor de balões viúvo e ranzinza que, aos setenta e oito anos, ao invés de ir para o asilo, resolve realizar o sonho de voar, içado por balões, até à América do Sul.

Na versão tupiniquim, Chico Anísio dá vida ao simpático Carl Fredricksen.

Eu e o Elias estamos ansiosos! Indeciso

 



Escrito por Roberta Atisano às 16h50
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Enquete

UOL Blog - Comentários

Você já tem o seu blog? Não?
Então crie o seu. É de graça.

 

[Amanda]
Ganhei a menina que roubava livros de presente do meu namorado e nem tinha tirado do pacote. Depois de ler seu post, comecei a ler. Mudando de assunto, vi essa brincadeira em um outro blog e passo ela pra você, assim quem te lê pode te conhecer um pouco mais. É assim: são 12 perguntas que você responde no blog e repassa pra mais 5 pessoas. Lá vão as perguntas: 1)5 coisas que você quer fazer antes de morrer. 2)5 coisas que você gosta de fazer. 3)5 coisas que você não gosta de fazer. 4)5 coisas que você adora. 5)5 coisas que você odeia. 6)5 pessoas influentes. 7)5 livros que você recomenda. 8)5 filmes que você recomenda. 9)5 canções que você recomenda. 10)5 atitudes que você recomenda. 11)5 atitudes que você não recomenda. 12)5 pessoas que você indica pra responder as perguntas. Vou voltar depois pra ler as suas respostas. Beijinhos.

28/08/2009 15:54

Esta foi a sexta-feira das enquetes... respondi duas por e-mail e recebi esta da Amanda. Até me lembrei daqueles cadernos que a gente costumava fazer e responder quando éramos adolescentes... Prometi que iria responder, então... vamos lá...

- 5 coisas que eu quero fazer antes de morrer.

  • ter outro filho;
  • ir à Disney (nem que seja sozinha);
  • mestrado;
  • faculdade de letras;
  • advogar por filantropia (não que eu nunca tenha feito isso).

- 5 coisas que eu gosto de fazer.

  • brincar com o meu filho;
  • ir ao cinema/assistir DVD´s;
  • ouvir música;
  • ler (quase tudo o que me cai nas mãos);
  • fazer palavras-cruzadas.

- 5 coisas que eu não gosto de fazer. (Mas faço!) 

  • audiência;
  • lavar roupa;
  • esperar;
  • dormir com barulho de chuva;
  • sexo com luz acesa.

- 5 coisas que eu adoro.

  • o sorriso do meu filho;
  • dormir abraçadinha com ele quando tá frio;
  • ouvir as explicaçõezinhas dele para as coisas;
  • passar o domingo todo em casa sem tirar o pijama;
  • fazer amor olhando nos olhos.

- 5 coisas que eu odeio.

  • filme dublado (a não ser que eu esteja vendo com o Elias);
  • quiabo;
  • "Pânico na TV";
  • sapato apertado;
  • novela.

- 5 pessoas influentes.

  • meu pai;
  • minha mãe;
  • meus avós;
  • meu irmão;
  • meu marido. 

- 5 livros que eu recomendo. (Difícil foi selecionar só cinco...)

  • "A Menina que Roubava Livros" - Markus Suzak;
  • "Tomates Verdes Fritos" - Fannie Flagg;
  • "O Morro dos Ventos Uivantes" - Émile Brontë;
  • "São Bernardo" - Graciliano Ramos;
  • "Razão e Sensibilidade" - Jane Austen.

- 5 filmes que eu recomendo. (Mais uma vez, difícil foi selecionar só cinco...)

  • "O Curioso Caso de Benjamin Button" - David Fincher;
  • "Um Beijo Roubado" - Kar Wai;
  • "Tomates Verdes Fritos" - Jon Avnet;
  • "Em Algum Lugar do Passado" - Jeannot Szwarc;
  • "Quatro Casamentos e um Funeral" - Marc Newell.

- 5 canções que eu recomendo. (Nossa!!! Aqui foi difícil mesmo!)

  • "You Gotta Love Someone" - Elton John;
  • "Neither One of Us" - Gladys Knight;
  • "Can´t Get Enough of Your Love, Baby" - Barry White;
  • "Daniel na Cova dos Leões" - Legião Urbana;
  • "Flightless Bird, American Mouth" - Iron and Wine. 

- 5 atitudes que eu recomendo.

  • Paciência;
  • Tolerância;
  • Caridade;
  • Respeito;
  • Gentileza. 

- 5 atitudes que eu não recomendo.

  • Impaciência;
  • Intolerância;
  • Mesquinharia;
  • Desrespeito;
  • Grosseria. 

- 5 pessoas que eu indico pra responder as perguntas.

Aproveito ainda pra indicar os blogs dessas figuras pelo Blog Day 2009, que será no próximo dia 31.

 



Escrito por Roberta Atisano às 21h19
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"Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler" ("A Menina que Roubava Livros" (Markus Suzak)). "Violino" (Anne Rice)

"(...) Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em 'A menina que roubava livros'. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, 'O manual do coveiro'. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é à nossa narradora. Um dia, todos irão conhecê-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena. (...)"

Estava devendo este post sobre "A Menina que Roubava Livros" para a Camila Bononi, e a primeira coisa que sinto que devo dizer, não só a ela, mas a todos que passarem por aqui é: LEIAM!!! Posso dizer que é um dos melhores livros que já li na vida (e olha que eu leio, hein!), e, por conta dele, já me interessei em ler mais da obra do jovem autor australiano Markus Suzak.

O livro conta a estória de Liesel Meminger, uma menina alemã muito pobre que, em virtude de toda a perseguição da 2ª Guerra (seus pais eram comunistas), é adotada por um casal, também muito pobre, que vive num bairro simples de Molching, nos arredores de Munique, e com eles enfrenta toda a agonia dessa época, marcada pelo nazismo de Adolf Hitler, que arrastou milhares de pessoas à destruição. A Morte acompanha a vida de Liesel, do falecimento do irmão, no meio da viagem a Molching, aos furtos dos livros que, como sugere a sinopse, a salvaram de enlouquecer ou mesmo de morrer por conta da guerra. O autor intercala momentos alegres e tristes, sem dar muito tempo para que o leitor desfrute ou lamente. Da adoção de Liesel aos seus dias na escola, do amor puro entre ela e seu melhor amigo, Rudy Steiner, aos furtos (não só de livros) nos arredores da cidade e na casa do prefeito, da educação na Juventude Hitlerista à amizade entre Liesel e Max Vanderburg, um judeu que seus pais adotivos escondem e protegem, arriscando suas vidas, e, finalmente, dos pesadelos em meio a lençóis molhados às estórias divididas na madrugada com o pai adotivo e às letras aprendidas nas paredes do porão, a Morte narra todos os fatos relevantes da infância e da adolescência de Liesel, sempre no limiar entre a alegria e a tristeza, entre a felicidade e a tragédia, a paz e a guerra, o amor e o ódio, e principalmente, entre a esperança e a desilusão. Recomendo muito (assim como recomendo, aos que decidirem ler, a compra de uma caixinha de lenços de papel para acompanhá-los).

Tendo viajado duas vezes a trabalho nessa última semana, ainda consegui ler "Violino", da Anne Rice.

"(...) A escritora gótica Anne Rice retorna ao romantismo selvagem de seus primeiros livros e atravessa séculos e continentes para contar a história de três carismáticas figuras, sensíveis e ligadas entre si por uma arrebatadora devoção à música. Violino se move de uma Viena do século XIX para uma moderna Nova Orleans, passando também por um irresistível e sedutor Rio de Janeiro onde sonhos assumem formas diferentes, pessoas se comunicam com espíritos, santos e deuses se fundem em altares dourados. A personagem feminina é Triana, uma viúva que sonha em ser uma grande artista, mais especificamente uma musicista. Sua paixão pela carreira a conduz a um embate com um romântico e atormentado jovem violinista, Stefan. E especialíssimo: ele é imortal. Stefan utiliza seus dons e o violino mágico para comprometer e dominar as emoções de suas presas. O terceiro personagem só aparece de forma virtual, mas constante: é o espectro de Ludwig von Beethoven. O dramático entrelaçamento das ambições, sonhos e desejos de Triana e Stefan os arrasta para uma terrificante esfera sobrenatural, povoada de reminiscências, delírios, fantasias, horrores e terríveis verdades. A princípio vítima do feitiço do violino mágico de Stefan, seduzida por ele, Triana vai se libertando aos poucos para compreender a força da música e a luta pela própria vida. Fortíssimo em emoções, Violino captura a paixão vulcânica de seus personagens através de um estilo narrativo fascinante. É um autêntico Anne Rice. (...)"

Se vocês conseguirem passar do primeiro terço do livro, extremamente deprimente e absurdamente intimista, recomendo a leitura (mesmo achando patéticas as referências da autora ao Brasil e suas religiões, e ainda ao espiritismo, que sequer nasceu aqui, e sim na Europa)... O personagem masculino (Stefan) é o ponto alto do romance, e, pra mim, deixou a (insossa) protagonista no papel coadjuvante; totalmente passional, sedutor e carismático, ele definitivamente rouba a cena ao dizer as verdades que ninguém quer ouvir, e mesmo traído por Triana (traído não... apunhalado pelas costas), ele abdica (resignado, após um período de extrema revolta e uma tentativa frustrada de vingança) de tudo aquilo por que viveu (e morreu (eu disse que ele é um espírito?!)) por causa dela, por não querer prejudicá-la. Num final bem a la Anne Rice mesmo, a autora ainda tenta redimir sua heroína, mas sem muito sucesso.

O final da sinopse é bastante tendencioso, mas o livro é, de fato, bem passional. Recomendo como uma leitura descompromissada num final de semana chuvoso e sem melhores opções.



Escrito por Roberta Atisano às 10h04
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1º aniversário

Hoje este blog completa seu 1º aniversário. Se é o primeiro de muitos, ainda não sei... só sei que depois de 365 dias, 74 posts, 3464 visitas, 22 filmes/desenhos/animações indicados, 12 livros comentados, 3 indicações como "blog legal" (duas do UOL e uma da Vej@Blog), muitas nuvens e um pouco de metal, me sinto feliz com o meu cantinho virtual... e agradeço a todos vocês que enviaram seus comentários! 



Escrito por Roberta Atisano às 09h58
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"Coraline"

Quem me conhece, ainda que superficialmente, sabe que EU ADORO DESENHO ANIMADO E ANIMAÇÕES em geral. Sou fã quase que incondicional dos desenhos da Disney, e apaixonada por "O Estranho Mundo de Jack". Não preciso dizer que, embora não tenha conseguido ver no cinema, estava ansiosa para assistir "Coraline". E não me decepcionei... nem um pouco.

Do mesmo diretor de "James e o Pêssego Gigante" e de "O Estranho Mundo de Jack", Henry Selick (a criação das personagens e da estória é que é do Burton), "Coraline" é baseado no livro infanto-juvenil de Neil Gaiman (que escreveu "Whatever happened to the Cape Crusader" - Batman) em que uma garotinha chamada Coraline Jones muda-se com seus pais workaholics para um enorme e antigo casarão. Aborrecida, ela começa a conhecer seus estranhos vizinhos e a explorar o local - e acaba encontrando um mágico universo alternativo, onde existem amorosas versões de seus pais com botões no lugar dos olhos. Pode parecer um pouco com "Alice no País das Maravilhas", mas não espere isso... o mundo secreto que Coraline descobre é macabro, e as "amorosas" versões de seus pais querem, na verdade, aprisioná-la em seu mundo após trocarem seus olhos por botões.

É fantástico... as cores, o enredo intimista, os efeitos, o desenrolar da trama, a apresentação das personagens e sua interligação com a estória... enfim, tudo! Mas, assim como "O Estranho Mundo de Jack", não é uma animação para crianças, pelo menos não para as mais pequeninas. O Elias assistiu comigo, e, ao final, disse: "nossa... foi assustador, Mamãe!"



Escrito por Roberta Atisano às 08h40
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Pai(s) - uma homenagem no seu dia

Ontem foi Dia dos Pais. Apesar da minha mãe sempre dizer que Dia dos Pais (ou das Mães) é todo dia, acho bacana lembrar disso pelo menos uma vez por ano, como no nosso aniversário... ficamos mais velhos todos os dias, mas deixamos pra comemorar nossa existência apenas uma vez ao longo de trezentos e sessenta e cinco dias... Data comercial ou não, fui almoçar com o meu pai, e passei a tarde lá com ele; comprei um presente (mesmo ele reclamando todo ano do dinheiro que a gente gasta) e minha mãe fez a sobremesa que ele gosta!

Fiquei pensando... existem PAIS e pais. Eu, felizmente, tenho um PAI, daqueles que, mesmo depois dos trinta, a gente pode sentar no colo; daqueles que deixam de fazer por ele pra fazer pelos filhos. Sabem, mesmo casada, vejo meu pai todos os dias... ele me apanha na estação de trem e me leva pra casa, depois de ter ficado com o Elias; como trabalho e comecei a fazer especialização, meu pai, dia sim, dia não, pega minha roupa pra lavar... ele pintava o teto do meu banheiro quando o vapor começava a deixar ele escuro (agora mandamos colocar um teto de pvc no banheiro e ele não precisa mais ser pintado). Brigo com ele porque ele fuma demais, e ele briga comigo porque estou sempre mau humorada... eu grito, ele fala alto, eu me arrependo, choro, ele chora, me abraça, me chama de "bobinha", fala que o "papai" não ficou bravo e a gente faz as pazes... rs. Sou mimada mesmo, ele sempre me mimou, sempre me deu, na medida do possível, tudo o que eu quis... custeou minha faculdade, mesmo quando eu trabalhava (pra ele era uma obrigação), chorou na minha formatura, ficou do meu lado quando eu terminei o namoro (e ficou do meu lado também quando eu reatei), chorou no meu casamento, quando eu saí de casa e quando o Elias chegou... me levava às entrevistas de emprego, me ensinou a andar de tróleibus, de trem e de metrô, e a andar no centro de São Paulo...

Quando eu era criança, de uns sete ou oito anos, ficava sentada na porta do banheiro, vendo ele fazer a barba, com aquele pincel e lâmina antigos, e perguntando as capitais ao redor do mundo... ele sabia todas, e eu achava que ele era o homem mais inteligente que eu conhecia... quando eu precisava fazer algum trabalho de história ou de geografia, sequer olhava pros livros, sentava com o meu pai e ia anotando tudo o que ele me falava... Fui crescendo e achando que ele não era tão inteligente assim; afinal, ele não sabia manejar um computador, nem um celular, não sabe o que é um MP3, e ainda acha que som portátil se resume a um walkman... Mas sou o que sou graças ao meu PAI, e sim, hoje acho novamente que ele é, talvez não o mais, e não o único, mas um dos homens mais inteligentes que eu conheci, e eu rendo a ele todas as minhas homenagens... TE AMO, PAI.

 

 

 

 

 



Escrito por Roberta Atisano às 09h37
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A nova Lei Nacional de Adoção

Foi sancionada hoje a nova lei de adoção. Pra quem me conhece, não é novidade o meu interesse pelo assunto. Já até publiquei alguma coisa aqui e ali sobre isso.

Mas vamos lá... nem sei há quanto tempo já existia a expectativa de que mudanças fossem inseridas no processo brasileiro de adoção de menores. Eu, pelo menos, ouço rumores desde 2003, no mínimo; enquanto isso, milhares de crianças cresceram dentro de abrigos, perdendo a chance de serem criadas no seio de uma família (o que, aliás, se não me falha a memória, É UM DIREITO DELAS, GARANTIDO CONSTITUCIONALMENTE, INCLUSIVE)... Acontece que, infelizmente, no nosso querido Brasil varonil, as iniciativas para a adoção de animais são mais abordadas (até porque existe uma ou duas apresentadoras gostosas que militam fervorosamente a favor da adoção dos bichinhos). Não, eu não tenho nada contra os pobres bichinhos, e acho até que eles também merecem um lar, mas me desculpem os entusiastas: cachorro/gato/papagaio/piriquito/tartaruga não é filho, e nem substitui um!!!

Voltemos à lei de adoção. A "nova" lei trouxe algumas mudanças, algumas boas, algumas inúteis, outras péssimas, duas, pelo menos, contraditórias. Não vou enumerá-las; quem quiser dar uma olhadinha, disponibilizei o link lá em cima... mas, dentre as boas, destaco o prazo limite para que as crianças fiquem institucionalizadas e para que o judiciário "resolva" sua situação (agora de dois anos) e ainda a obrigatoriedade da assistência pública às gestantes e/ou mães que pretendam colocar seus filhos para a adoção (quem sabe a medida evite que encontremos bebês em lixeiras pela cidade ou em sacos plásticos em algum rio por aí). Dentre as inúteis: prazos para todos (advogados, promotores, técnicos (assistentes sociais e psicólogos)) e juízes); vejam bem, a inutilidade não está no prazo, mas sim no fato de que estes sempre existiram, só não eram cumpridos (pelo menos não por todos os agentes do processo), e duvido muito que isso mude. Dentre as boas merecem destaque o incentivo às chamadas "famílias acolhedoras" (já praticada por muitos juízes e conselhos tutelares espalhados por aí, evita que as crianças sejam institucionalizadas), e também a autorização para que, quando concedida a adoção, a criança ou o adolescente possa ser registrado na comarca de sua nova família (a princípio, uma mudança boba, mas imagine uma adoção interestadual, São Paulo/Rio Grande do Norte, por exemplo; imagine o transtorno para a obtenção de uma segunda via da certidão de nascimento). Essa última mudança se coaduna ainda com o direito dos adotantes de manter segredo quanto à adoção (apesar de discordar, acho importante que a decisão da família seja soberana, e preservada). Aí vem a contradição: de acordo com a nova lei, quando o adotado completar dezoito anos, ele tem direito ao acesso irrestrito do seu processo de adoção, incluindo (eventualmente) fotos que retratem os maus-tratos e/ou abusos por ele sofridos, os laudos psico-sociais de seus pais biológicos etc, ou seja, ele terá acesso irrestrito à parte da sua história que seria melhor nunca descobrir... como eu disse antes, sou contra o "segredo", acho que eles têm direito de saber a sua história, mas pra quê estampar a rejeição e o sofrimento assim? Total e absurdamente desnecessário, além de conflitante com a legislação anterior, não modificada em relação a esse assunto; ou seja, ainda é direito dos pais adotantes não revelarem ao adotado a sua condição.

Ainda assim, que bom! Que bom que alguém está olhando para os filhos do Brasil! Porque digo a vocês: é mais fácil encontrar sites e matérias sobre adoção de animais do que de crianças, e quanto a estas, se alguém resolver procurar, preparem-se para avalanches de fotos/reportagens sobre a Madonna e a Angelina Jolie. Verdade! You can google it!

Fuçando no Google, descobri que Walt Disney acreditava que era filho adotivo, isso porque os pais dele não tinham sua certidão de nascimento... :) Vai ver que foi por isso que seus estúdios criaram tantas (lindas) estórias sobre adoção...

   



Escrito por Roberta Atisano às 14h42
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Vej@Blog

UOL Blog - Comentários

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30/07/2009 08:59

Confira a relação da Vej@Blog aqui VejaBlog - Seleção dos Melhores Blogs/Sites do Brasil



Escrito por Roberta Atisano às 10h15
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Mussum Forévis!!!

Há exatos quinze anos, em 29 de julho de 1994, vítima de complicações em um transplante de coração, morria, em São Paulo, Antônio Carlos Bernardes Gomes, o Mussum.

Nascido em 7 de abril de 1941, no Morro da Cachoeirinha, Zona Norte do Rio de Janeiro, o humorista, ajustador mecânico de formação, começou sua carreira na música, formando, nos anos 60, o grupo "Os Originais do Samba", e ganhou de Grande Otelo, em 1965, o apelido que o tornaria conhecido em todo o Brasil, ao se apresentar em um programa de televisão na TV Globo. O primeiro trabalho humorístico veio em 1967, quando, a convite de Chico Anysio, Mussum participou da "Escolinha do Professor Raimundo", até então apresentada na TV Tupi. O encontro com Renato Aragão e Dedé Sant´Anna aconteceu em 1971, na TV Record. O programa? "Os Insociáveis". Daí para o império Roberto Marinho foram só dois anos; em 1973 o trio foi para a TV Tupi, e com a chegada de um mineirinho chamado Mauro Faccio Gonçalves (o Zacarias), estava formado o grupo humorístico mais engraçado de todos os tempos: "Os Trapalhões". E, com estes, Mussum participou de vinte e sete longas-metragem, além de inúmeros programas e especiais de televisão.

"Os Trapalhões" foi exibido pela Rede Globo até 1995. Em 1990, o grupo perdeu o Zacarias (considerado, por muitos, o melhor Trapalhão!), e, em 1994, "Os Trapalhões" perdia Antônio Carlos. Apesar do talento (incontestável) dos Trapalhões remanescentes, o programa não se sustentou. Perdeu sua característica e um pouco (um pouco não, muito!) da sua razão de existir!

O Mussum sempre foi, de longe, o meu Trapalhão preferido! Como eu ri com todos aqueles "cacildis", com todas aquelas encenações em que ele aparecia travestido de mulher... e não me envergonho em dizer que, aos quinze anos, quando ele morreu, chorei que nem criança... Ele "embalou" a minha infância e parte da minha adolescência, num tempo em que os programas de televisão tinham mais qualidade... as bundas até apareciam, mas as piadas e as trapalhadas as deixavam sem tanto destaque, ao contrário do que vemos hoje. Ganhou o céu, que ficou mais divertido! Perdemos nós, a quem sobraram as "pérolas" exibidas pela televisão brasileira da metade da década de noventa pra cá... 

Aos saudosistas resta lembrar das tantas noites de domingo em que esperávamos ansiosos (eu, pelo menos, esperava!) pelas trapalhadas hilárias daqueles quatro cavalheiros. Para matar a saudade (ou para aumentá-la), enquanto não sai aquele prometido box com os melhores momentos de "Os Trapalhões" (previsto ainda para 2009), segue a abertura do programa, não a original, a primeira, mas aquela da qual eu mais me lembro...  



Escrito por Roberta Atisano às 13h46
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"500 Dias com Ela" ("500 Days of Summer")

Selecionado para o Festival de Filmes de Sundance, o maior festival de filmes independentes dos Estados Unidos, "500 Dias com Ela" ("500 Days of Summer") estréia no Brasil em 13 de novembro (nos EUA a estréia aconteceu na útima sexta-feira). Não é uma estória de amor, é uma estória sobre o amor. Dirigido pelo ainda estreante Marc Webb, traz no elenco a bela Zooey Deschanel (de "Sim Senhor" e "Fim dos Tempos") e o adorável Joseph Gordon-Levitt (de "10 Coisas que Eu Odeio em Você"), e conta a estória de um rapaz que, após ser deixado pela namorada, que não acredita no amor, relembra os dias que passou com ela para tentar descobrir o que deu errado; no caminho, ele redescobre as suas próprias necessidades. Sensível!  

A trilha sonora já me ganhou...

Regina Spektor"Us"
The Smiths"There Is A Light That Never Goes Out"
Belle & Sebastian"The Boy With The Arab Strap"
Black Lips"Bad Kids"
The Smiths"Please, Please, Please, Let Me Get What I Want"
Patrick Swayze"She’s Like The Wind"
Jack Penate"Have I Been a Fool?"
The Doves"There Goes the Fear"
Hall & Oates"You Make My Dreams"
Temper Trap"Sweet Disposition"
Carla Bruni"Quelqu’un M’a Dit"
Black Lips – "Veni, Vidi, Vici"
Paper Route"The Music"
Feist
"Mushaboom"
Regina Spektor"Hero"
Spoon"Infinite Pet"
Simon & Garfunkel
"Bookends"
Wolfmother"Vagabond"
Mumm-Rah"She’s Got You High"

Do festival, ainda quero ver "Grace", mas não com o mesmo entusiasmo...



Escrito por Roberta Atisano às 12h16
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"Quando o destino trai o coração, o amor não deixa escolha." ("Tristão e Isolda" ("Tristan + Isolde"))

 

Meu sobrinho Yuri e minha prima-quase-sobrinha Juliana passaram o final de semana com a gente e, enquanto os pequenos assistiam "A Liga da Injustiça", o Márcio, a Juju e eu assistimos "Tristão e Isolda", do Ridley Scott. A estória todo o mundo já conhece, e essa versão, diferente da lenda celta, e protagonizada por James Franco ("Homem Aranha", "Um Crime Americano") e Sophia Myles ("Anjos da Noite"), é bem fraquinha, bem Sessão da Tarde... na lenda, a força do amor entre os dois jovens é explicada pela poção mágica que ambos ingerem; no filme, o diretor Ridley Scott, que se saiu tão bem em "Robin Hood", não conseguiu emprestar tanta força aos seus protagonistas, não demonstrou haver tanta profundidade nos sentimentos de ambos que justificasse o sofrimento e a traição. A adaptação é fraca, mas garante o entretenimento.

"(...) Tristão, excelente cavaleiro a serviço de seu tio, o rei Marc da Cornualha, viaja à Irlanda para trazer a bela princesa Isolda para casar-se com seu tio. Durante a viagem de volta à Grã-Bretanha, os dois acidentalmente bebem uma poção de amor mágica, originalmente destinada a Isolda e Marc. Devido a isso, Tristão e Isolda apaixonam-se perdidamente, e de maneira irreversível, um pelo outro. De volta à corte, Isolda casa-se com Marc, mas Isolda e Tristão mantêm um romance que viola as leis temporais e religiosas e escandaliza a todos. Tristão termina banido do reino, casando-se com Isolda das Mãos Brancas, princesa da Bretanha, mas seu amor pela outra Isolda não termina. Depois de muitas aventuras, Tristão é mortalmente ferido por uma lança e manda que busquem a Isolda para curá-lo de suas feridas. Enquanto ela vem a caminho, a esposa de Tristão, Isolda das Mãos Brancas, engana-o, fazendo-o acreditar que Isolda o traiu. Tristão morre, e Isolda, ao encontrá-lo morto, morre também de tristeza (...)"

 



Escrito por Roberta Atisano às 10h36
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O final da saga de Stephenie Meyer

"(...) Estar irrevogavelmente apaixonada por um vampiro é tanto uma fantasia como um pesadelo, costurados em uma perigosa realidade para Bella Swan. Empurrada em uma direção por sua intensa paixão por Edward Cullen, e em outra, por sua profunda ligação com o lobisomem Jacob Black, ela resistiu a um tumultuado ano de tentação, perda e conflito, para atingir o momento da decisão final. No momento em que Bella faz sua escolha, uma corrente de acontecimentos sem precedentes se desdobrará, com consequências devastadoras. No momento em que as feridas parecem prontas para ser cicatrizadas, e os desgastantes confrontos da vida de Bella, resolvidos, isso pode significar a destruição. Para todos. Para sempre. (...)"

Acabou. A saga de Edward e Bella chegou ao fim. Pelo menos por enquanto (nem a própria Stephenie Meyer afirma que não escreverá mais sobre os Cullen). Terminei hoje de reler o meu exemplar, agora em português. Final feliz? Óbvio. Sem mortes relevantes nem acontecimentos devastadores. O desfecho foi bastante diplomático, eu diria; bem no estilo de "O Mercador de Veneza", de Willian Shakespeare, a inteligência e a razão vencem a força bruta. Gostei de vários pontos, desgostei de alguns outros, mas o saldo foi positivo. O que mais me atraiu na estória foi a impossibilidade do amor entre eles, a distância imensa que existia entre o Edward e a Bella enquanto esta era humana e frágil; pra mim, o "abismo" entre eles, o fato de eles não serem pares era o que deixava a estória bonita... a luta contra o impossível... mas a Stephenie Meyer fez do impossível possível no último livro e, apesar da minha atração inicial pelo romance, não posso dizer que não gostei totalmente do final. A máxima acabou sendo (não que eu esperasse coisa muito diferente) a de sempre: nunca desista dos seus sonhos, por mais impossíveis que eles possam parecer; sempre existe um lugar no mundo onde você se encaixe... Antes que alguém me bata, não me entendam mal, meninas, eu gostei muito do livro, achei a Renésmee linda (e útil por tirar o Jacob da jogada! rs), o Seth é adorável, e tudo mais... mas, como eu disse antes, a impossibilidade era o que mais me atraía...

Mas vamos lá... achei interessantíssima a metáfora da capa para a trajetória da Bella durante a estória; ela começa (ao fundo) como o integrante mais fraco da família Cullen, humana e sem qualquer "poder", representada pelo peão (a peça de "menor valor" no tabuleiro de xadrez), e vermelha talvez pelo fato de ainda ser, à época, humana; depois passa a ser a rainha branca (já vampira e poderosa) quando defende toda a família da investida dos Volturi e se mostra como a peça mais importante do "jogo" que aqueles propõem. 

A despeito das preferências, achei que a Stephenie Meyer se saiu bem, principalmente se considerarmos o fato (óbvio até) de que ela não tinha uma estória toda pronta quando escreveu "Crepúsculo", e foi então "remendando" os fatos com os outros livros, explicando o que ia acontecendo, o que não é, na verdade, nenhum demérito. Best-sellers ou não, me sinto "orfã" mais uma vez, como quando terminei de ler "A Mediadora" (Meg Cabot).

Neste momento, aguardam na minha mesa, não necessariamente nesta ordem: "A Menina que Roubava Livros" (Markus Zusak), "Violino" (Anne Rice) e "Mundo sem Fim" (Ken Follett).

  



Escrito por Roberta Atisano às 10h39
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"Diário do Farol" - João Ubaldo Ribeiro

"O homem é o necessário câncer da terra"

"(...) 'Diário do farol' é o relato autoral de um clérigo amoral e inescrupuloso, que no outono da sua existência resolve inventariar seu rosário de maldades, perpetradas com requintes extremos desde a infância no seminário - de início, sob o pretexto de vingar os maus-tratos do pai; posteriormente, ainda mais sofisticadas, devido ao desprezo de uma mulher. Auto-exilado numa ilha onde pontifica um farol, o bilioso e mesquinho padre dialoga com o leitor para provocá-lo com uma realidade na qual não há bem ou mal, e assim tentar demovê-lo de qualquer noção redentora. Conseguirá? Para ele, não há transcendência, o Universo nos é indiferente e a todos foi negada essa Revelação. Não por acaso, o farol de sua ilha chama-se Lúcifer, 'aquele que detém a Luz'. João Ubaldo Ribeiro, através de sua prosa, lembra o leitor que não há paradeiro para a crueldade humana - nem na realidade, nem na imaginação dos grandes criadores, nem mesmo na do maior deles (...)"

Na tentativa de sanar a minha ignorância plena quanto à obra de João Ubaldo Ribeiro, li "O Diário do Farol", graças a mais um empréstimo literário de uma Patricia (não a mesma de todos os outros, mas, ao que parece, minhas amigas "Patricias" (sem acento) são todas cultas!). O livro narra, em primeira pessoa, a estória de um clérigo sociopata, que teve na vida apenas dois objetivos: matar o próprio pai, que, ao tirar-lhe a mãe, mudou todo o curso da sua vida, e matar a mulher que o desprezou.

Sempre me chamou a atenção os autores que se utilizam do eu-lírico de uma forma peculiar, que me faziam esquecer que estava lendo uma obra de ficção e não o relato real de qualquer pessoa. João Ubaldo Ribeiro fez isso comigo em "O Diário do Farol"... pena que a estória fez meu estômago virar e minha cabeça doer...

O narrador é um cara cruel, inescrupuloso, amoral, e que necessita muito (apesar de afirmar que não) de reconhecimento e auto-afirmação. Conta suas crueldades como se fossem verdadeiros troféus ganhados no decorrer da sua vida, do assassinato de seus meio-irmãos ao estupro e ao assassinato da única mulher que amou (amou???); a sua arrogância revela alguém que foi só um joguete do destino, provando que simples acontecimentos podem mudar totalmente o destino das pessoas, todas frutos do meio em que são concebidas e criadas.

A leitura é difícil, pois a estória é "pesada". Recomendo não por essa, mas pelo autor, cujo estilo combina de forma única ironia e contexto social; docente em poesia na Universidade de Tübigen, na Alemanha, ocupante da cadeira 34 da Academia Brasileira de Letras (antes ocupada pelo jornalista Carlos Castello Branco), recebeu no ano passado o "Prêmio Camões" pelo alto nível de sua obra literária, sendo hoje o principal nome da literatura nacional, frisando-se aqui, ainda que por mera lembrança, que apesar de reconhecer o eventual valor literário que alguém possa atribuir à sua obra, mesmo ocupando um lugar na Academia Brasileira de Letras, Paulo Coelho não é literatura!!!



Escrito por Roberta Atisano às 17h00
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"Harry Potter e o Enigma do Príncipe" ("Harry Potter and the Half-Blood Prince")

 

Hun... deram uma bela "enxugada" na estória, o Harry simplesmente acorda interessado pela Gina, e toda a luta final no castelo (onde o Lobo Greyback "morde" um dos Weasley´s) foi ignorada, o que me leva a acreditar que vários acotecimentos do último livro não irão às telas... pena! Ainda assim, vale o ingresso.

De toda a franquia, o meu preferido ainda é "O Prisioneiro de Azkaban".

Aproveitando a oportunidade e o gancho do filme, que mais uma vez fortalece os laços de amizade entre os protagonistas, FELIZ DIA DO AMIGO para os meus poucos "dedos"! Sorriso



Escrito por Roberta Atisano às 10h05
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Dia Mundial do Rock

Em sentido horário: Freddie Mercury, Stevie Ray Vaughan, Sid Vicious, John Lennon, Johnny Cash, Jim Morrison, Elvis Presley, Jimi Hendrix, Bob Marley, Kurt Cobain, Bon Scott, Cliff Burton e Layne Staley

"Rock Nosso que estais na veia, muito escutado seja o Vosso som, venha a nós o riff inteiro, seja feito barulho à vontade, assim em casa como nos shows. Música boa de cada dia nos dai hoje, perdoai nossas loucuras assim como nós perdoamos os pagodeiros e os sertanejos com suas músicas horríveis. Não nos deixeis ir ao pagode, e livrai-nos do axé. Amém."

Apesar de ser até bastante eclética, eu não sou mesmo muito fã de pagode, "sertanojo" e afins (abro um parêntese aqui para esclarecer que: 1. pagode não é samba, e 2. "sertanojo" é diferente de moda de viola), mas, brincadeiras à parte, acho que nenhum outro tipo de música é tão visceral quanto o rock and roll.

 



Escrito por Roberta Atisano às 16h35
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"Harry Potter e o Enigma do Príncipe" ("Harry Potter and the Half Blood Prince")

Contagem regressiva em reta final. Estréia 15 de julho.



Escrito por Roberta Atisano às 20h18
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Anima Mundi 2009

Começa hoje a 17ª edição do Festival Brasileiro de Animação, o Anima Mundi. Criado em 1993, o Festival, o maior da América Latina, traz curtas, médias e longas metragens de animação. Nesta edição, 401 filmes de 40 países diferentes serão exibidos. O Brasil terá 66 películas na mostra. Além das animações, o Festival traz oficinas de animação e outras atrações... os visitantes poderão ver como se cria uma stop motion (animação com massinha de modelar), dentre outras coisas.

Chamo a atenção para os longas alemães e ainda para o nacional "Josué e o pé de macaxeira", o qual, acredito, fique entre os finalistas.

O Festival estréia hoje no Rio, onde permanece até o próximo dia 19. No dia 22 a mostra chega a São Paulo, onde será exibida (a R$.6,00 o ingresso) na CCBB, no centro da cidade.



Escrito por Roberta Atisano às 16h45
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2º selinho de Blog Legal

UOL    

Nem sabia que o mesmo blog poderia ser eleito mais de uma vez... mas aí está.

 



Escrito por Roberta Atisano às 16h55
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"A Era do Gelo 3" ("Ice Age 3")

Se alguém souber de algo mais divertido do que ir ao cinema no domingo à tarde com seu filho, e ficar comendo pipoca com ele na sala escura enquanto ele "comenta" os traillers e o filme com você encostado no seu colo, me conta... por enquanto, este é o meu top 10!

"A Era do Gelo 3" superou os outros dois longas em ação, embora perca nas piadas. Ainda assim, muito bom! 



Escrito por Roberta Atisano às 09h07
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Adeus ao Rei do Pop

Aos cinquenta anos, vítima de uma parada cardio-respiratória ainda sem maiores explicações, Michael Jackson morreu! E com ele vai um pouco da história da música internacional... estresse, overdose de remédios, não importa! Nem os escândalos agora importam! O valor musical é inquestionável, assim como seus problemas com o mundo e até consigo mesmo...

A perda artística é imensa. A pessoal, apesar de todos os escândalos, creio que não seja menor. Apesar de polêmico, sempre achei, na verdade, que Michael Jackson era um homem doente... com o sucesso batendo à porta quando ele ainda era uma criança, rodeado de pessoas interesseiras, e sem saber lidar com o que ele mesmo não aceitava (sua origem, sua raça), ele sempre precisou de atenção!

"(...) Let airplanes circle moaning overhead / Scribbling on the sky the message He Is Dead / Put crêpe bows around the white necks of public doves / Let the traffic policemen wear black cotton gloves (...)"

W.H. Auden



Escrito por Roberta Atisano às 12h20
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"Transformers 2" ("Transformers 2 - Revenge of the Fallen")

Às vezes é tão legal ser mãe de um menino!!!



Escrito por Roberta Atisano às 13h21
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"Marley e Eu" ("Marley & Me" - John Grogan)

 

Eu vivo atrasada quando o assunto é cinema e literatura... trabalhando, estudando, sendo ainda mãe e esposa, confesso que não tenho tanto tempo gostaria para me dedicar a essas outras coisas das quais gosto muito. Mas, vamos lá. Agradecida mais uma vez à minha fonte inesgotável de informação e cultura (a qual, dentro em breve, será também fonte de vida. Aliás, já está sendo! Parabéns, Pati!), que não permite que meu atraso cultural seja tão abominável, li "Marley e Eu", do jornalista americano Jonh Grogan. Na verdade, o livro permaneceu durante algumas semanas pegando pó no meu armário, mas depois de ler uma crítica um pouco exagerada do André Gazola, resolvi tirá-lo da poeira... 

"(...) John e Jenny tinham acabado de se casar. Eles eram jovens e apaixonados, vivendo em uma pequena e perfeita casa, sem nenhuma preocupação. Jenny queria testar seu talento materno antes de enveredar pelo caminho da gravidez. Ela temia não ter vindo com esse 'dom' no DNA, justamente porque matara uma planta, presente do marido, por excesso de cuidado - afogando-a. Então, eles decidiram ter um mascote. Vão a uma fazenda, escolhem Marley, ao tomar contato com uma ninhada, porque também ficam encantados com a doçura da mãe, Lily; depois têm uma rápida visão do pai, Sammy Boy, um cão rabugento, mal-encarado e bagunceiro. Rezam para que Marley tenha puxado à mãe, porém suas 'preces' não são atendidas. A vida daquela família nunca mais seria a mesma. Marley rapidamente cresceu e se tornou um gigantesco e atrapalhado labrador de 44 kg, um cão como nenhum outro. Ele arrebentava portas por medo de trovões, rompia paredes de compensado, babava nas visitas, apanhava roupas de varais vizinhos e comia praticamente tudo que via pela frente, incluindo tecidos de sofás e jóias. As escolas de adestramento não funcionaram - Marley foi expulso por ter ridicularizado a treinadora. Mas, acima de tudo, o coração de Marley era puro. Marley repartia o contentamento do casal em sua primeira gravidez e sua decepção quando sobreveio o aborto. Ele estava lá quando os bebês finalmente chegaram e quando os gritos de uma adolescente de dezessete anos cortaram a noite ao ser esfaqueada. Marley 'fechou' uma praia pública e conseguiu arranjar um papel num filme de longa-metragem, sempre conquistando corações ao mesmo tempo em que bagunçava a vida de todo mundo. Por todo esse tempo, ele continuou firme, um modelo de devoção, mesmo quando sua família estava quase enlouquecendo. Assim, eles aprenderam que o amor incondicional pode vir de várias maneiras (...)"

Esse é um tipo de amor incondicional e irracional no qual dá pra acreditar... aliás, me disseram esses dias que o amor, se não for irracional, não é amor... não sei, ainda não parei pra pensar no assunto...



Escrito por Roberta Atisano às 12h23
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"The Twilight Saga: New Moon" (trailler oficial)

Depois de algumas cobranças, eis o trailler oficial de "New Moon", que estréia no Brasil em vinte de novembro... vejam a diferença que um orçamento melhorzinho faz: melhor filmagem, melhores efeitos... até os atores parecem que ficaram mais "bonitos". "Crepúsculo" teve um "modesto" orçamento de trinta e sete milhões de dólares (tendo arrecadado mais de duzentos e quarenta milhões nas bilheterias); o valor estimado do orçamento de "Lua Nova" é de, pelo menos, o dobro...

 



Escrito por Roberta Atisano às 16h08
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Pra assistir no Dia dos Namorados: "Vicky Cristina Barcelona"

   

   

"(...) Duas jovens americanas - a conservadora Vicky (Rebecca Hall) e a aventureira Cristina (Scarlett Johansson) - viajam para Barcelona a fim de passar as férias de verão e acabam se envolvendo em confusões amorosas com um artista extravagante e sua insana ex-esposa (...)"

Pra assistir no Dia dos Namorados, ou em qualquer outro dia do ano, "Vicky Cristina Barcelona", apesar das severas críticas e da, na minha opinião, injustificada decepção de alguns fãs, confirma que Woody Allen ("O Sonho de Cassandra", "Match Point" e "Encontros e Desencontros") não tem fase ruim! Vicky (Rebecca Hall, de "O Garoto Nota 10" e "O Grande Truque" (também com a Scarlett no elenco)) e Cristina (Scarlett Johansson, de "A Ilha", "Scoop", "O Grande Truque" e "Encontros e Desencontros" (também do Allen)) são duas amigas que vão passar as férias de verão em Barcelona - aliás, o cenário não poderia ter sido melhor escolhido para albergar todo o charme da estória e das personagens. Vicky é um mulher prática, que deseja um casamento seguro e uma vida economicamente estável (tendo, assim, uma chance realmente grande de ser infeliz!). Cristina, em oposição à Vicky, rejeita esse tipo de vida, apesar de não criticar veementemente a amiga, e, apesar de sua "insatisfação crônica", e ainda dos relacionamentos vazios que experimenta, é um tipo mais interessante de personagem. As duas acabam se envolvendo com Juan (Javier Bardem, de "Onde os Fracos Não Têm Vez"), o que não é pecado nenhum porque, meu Deus, dá pra resistir àquela "hispanidade" toda???!

Mas de volta ao filme, e parafraseando a melhor crítica que eu li a respeito (a do Yahoo! Cinema), até mesmo porque reconheço que as minhas são fraquinhas e que eu, nem de longe, traduziria melhor minhas impressões sobre la pelicula, "(...) o que faz toda a diferença é o olhar de Allen na direção do que ele conhece bem: a vida burguesa de pessoas que orbitam o mundo artístico. Sem contar sua capacidade de encenador, que parece ter atingido o ponto máximo. Os atores, claro, dão um show à parte. Fazia muito tempo que Penélope Cruz (Volver) não tinha um desempenho tão marcante e Javier Bardem se beneficia de seu personagem, um dos mais carismáticos da carreira do diretor nova-iorquino. Esses dois exemplos calam a boca daqueles que insistem em dizer que Allen só dirige bem seus amigos ou que ele só se contenta quando o ator o imita em cena (...)". Como diz um outro fã do Allen, ele ainda é melhor que todo o resto!



Escrito por Roberta Atisano às 16h09
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Parabéns!

Hoje o pato mais famoso do mundo completa 75 aninhos. Donald Fauntleroy Duck "nasceu" em 09/06/1934. "Filho" de Carl Barks (criador da cidade de Patópolis e de todos os seus moradores, o Hans Christen Andersen dos desenhos), apareceu pela primeira vez na animação "The wise little hen", da série Silly Sinfonies. Até 1985, sua voz vinha do americano Clarence Nash (descoberto pelo próprio Walt Disney em uma de suas viagens pelos Estados Unidos); com a morte de seu primeiro dublador, hoje Donald "fala" através de Tony Anselmo, treinado pelo próprio Nash para ser seu suscessor após sua morte. No Brasil, ganhou as vozes de Márcio Gianullo, Cláudio Galvan, Garcia Junior e Marco Antonio Costa.

Mal humorado, ranzinza e teimoso, é um dos personagens Disney mais querido pelo público. Particularmente, prefiro o Pateta... aliás, obrigada, Juh, pelo meu Goofy-Vader... ele é o melhor!  



Escrito por Roberta Atisano às 18h03
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MTV Movie Awards 2009

Como era de se esperar, "Crepúsculo" foi o grande vencedor do MTV Movie Awards 2009, arrebatando cinco dos sete prêmios para o qual foi indicado.

Preferências à parte, e considerando que quem decide os prêmios é o público da MTV, no qual, sabe-se, incluem-se adolescentes de todo o mundo, não foi nenhuma surpresa. Particularmente, já disse aqui que não me importo em ver o Robert Pattinson enfeitando a tela, mas ele ainda precisa de um pouco mais do que aquele rosto maravilhoso e aquele sotaque britânico charmoso pra ser um bom ator...

Vejam as indicações e os vencedores (em negrito):

melhor filme
Batman: O Cavaleiro das Trevas
High School Musical 3
Homem de Ferro
Quem quer ser um Milionário?
Crepúsculo

obs.: sou fã e tudo mais, mas percebe-se que as adolescentes com os hormônios em fúria votaram "pra caramba" em Twilight... acho que ele não ganharia o prêmio por seus próprios méritos, considerando os demais indicados (dos quais desconsidere-se HSM3)...

melhor atuação feminina
Angelina Jolie (O Procurado)
Anne Hathaway (Noivas em Guerra)
Kate Winslet (O Leitor)
Kristen Stewart (Crepúsculo)
Taraji P. Henson (O Curioso Caso de Benjamin Button)

obs.: eu votaria da Taraji P. Henson. A atuação dela em "O Curioso Caso de Benjamin Button" está impecável...

melhor atuação masculina
Christian Bale (Batman: O Cavaleiro das Trevas)
Robert Downey Jr. (Homem de Ferro)
Shia LaBeouf (Eagle Eye)
Vin Diesel (Velozes e Furiosos 4)
Zac Efron (High School Musical 3)

obs.: sem comentários... mas conste que o Zac Efron é, de fato, lindo!

maior revelação feminina
Amanda Seyfried (Mamma Mia!)
Ashley Tisdale (High School Musical 3)
Freida Pinto (Quem quer ser um Milionário?)
Miley Cyrus (Hannah Montana: O Filme)
Vanessa Hudgens (High School Musical 3)
Kat Dennings (Nick e Norah - Uma Noite de Amor de Música)

obs.: sem comentários, mais uma vez... esse prêmio deveria ter sido dado à Freida Pinto...

maior revelação masculina
Robert Pattinson (Crepúsculo)
Taylor Lautner (Crepúsculo)
Ben Barnes (As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian)
Dev Patel (Quem quer ser um Milionário?)
Bobb’e J. Thompson (Role Models)

obs.: nem acho que esse foi tão injusto... afinal, antes de "Crepúsculo", o Robert Pattinson só havia feito uma ponta em "Harry Potter", e virou garoto-sensação do dia pra noite... o Dev Patel é mais talentoso, mas fala sério, o inglesinho é perfeito! Piscadela

melhor atuação em comédia
Amy Poehler
(Uma Mãe para Meu Bebê)
Anna Faris (A Casa das Coelhinhas)
James Franco (Segurando as Pontas)
Jim Carrey (Sim, Senhor)
Steve Carell (Agente 86)

obs.: merecido...

melhor vilão
Derek Mears (Sexta-Feira 13)
Dwayne Johnson (Agente 86)
Heath Ledger (Batman: O Cavaleiro das Trevas)
Johnathon Schaech (Prom Night)
Luke Goss (Hellboy II: O Exército Dourado)

obs.: outra premiação que já era esperada... mas a MTV poderia ter, pelo menos, anunciado todos os indicados...

melhor luta
Anne Hathaway vs. Kate Hudson (Noivas em Guerra)
Christian Bale vs. Heath Ledger (Batman: O Cavaleiro das Trevas)
Ron Perlman vs. Luke Goss (Hellboy II: O Exército Dourado)
Robert Pattinson vs. Cam Gigandet (Crepúsculo)
Seth Rogen and James Franco vs. Danny McBride (Segurando as Pontas)

obs.: mais uma vez as fãs de "Crepúsculo" se fizeram ouvir... injusto... a sequência (sem trema) de "Hellboy II" é muito mais bacana...

melhor beijo
Angelina Jolie and James McAvoy (O Procurado)
Freida Pinto and Dev Patel (Quem quer ser um Milionário?)
James Franco and Sean Penn (Milk)
Kristen Stewart and Robert Pattinson (Crepúsculo)
Paul Rudd and Thomas Lennon (Te amo, cara)
Vanessa Hudgens and Zac Efron (High School Musical 3)

obs.: a cena é meiga, mereceu o prêmio. Mas que palhaçada foi aquela no palco???

melhor momento WTF?
Amy Poehler mijando na pia (Uma Mãe para meu Bebê)
Angelina Jolie e a habilidade de girar balas (O Procurado)
Ayush Mahesh Khedekar pulando no monte de bosta (Quem quer ser um Milionário?)
Ben Stiller experimentando cabeça decaptada (Trovão Tropical)
Jason Segel e Kristen Bell terminando o namoro (Ressaca de Amor)

obs.: que porra é essa? (é o nome do prêmio, tá, gente...)

melhor música de filme
“Jai Ho” (Quem quer ser um Milionário?)
“The Wrestler” (O Lutador)
The Climb” (Hannah Montana: O Filme)
“Decode” (Crepúsculo)

obs.: "Decode" (Paramore) era a melhor indicada...

That´s it, folks. Esperemos agora o MTV Movie Awards 2010, com um apresentador melhor, por favor...

 

 



Escrito por Roberta Atisano às 09h46
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"Formaturas Infernais" (coletânea de contos)

"(...) Nessa emocionante coleção de contos de terror e amor, Meg Cabot (O Diário da Princesa) se une a Stephenie Meyer (Crepúsculo), Kim Harrison, Michele Faffe e Lauren Myracle para mostrar que a formatura pode ser um evento muito mais aterrorizante do que se pensa. Problemas no guarda-roupa e um par que dança mal não são nada comparados a descobrir que você está dançando com a Morte, e que ela não está aqui pra elogiar o seu vestido. De problemas com vampiros até uma batalha entre anjos e demônios, estas cinco histórias vão divertir mais do que qualquer DJ em um terno brega. Nada de limusine ou vestido de gala: só uma grande dose de assustadora diversão (...)"

Com exceção do conto da Lauren Myracle ("O Buquê"), que realmente pode ser chamado de conto de terror, os outros são contos de amor com um toque de sobrenatural... um vampiro sedutor, mas mal (nem todos são Cullen, não se esqueçam... rs), uma dança com a Morte, um demônio que se apaixona por um anjo, dentre outros clichês, recheiam as outras quatro estórias. Na minha opinião, "O Buquê" se destaca como o melhor dos cinco contos, apesar de ter lido algumas críticas que apontavam o conto da Kim Harrison como o melhor...

Sub-literatura, mas ainda assim garante um bom divertimento...

Pra mim sempre foi engraçada essa fixação que os americanos, ou melhor, que as adolescentes americanas têm pelo baile de formatura... não ter um par para o evento parece ser insuportável pra elas...

Ah! Já ia me esquecendo... Obrigada por mais este empréstimo literário, Pati.



Escrito por Roberta Atisano às 10h13
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John Mayall Bluesbreakers with Eric Clapton - "Hideaway"

 

Pra começar muito bem a semana...

Ah! Parabéns aos nerds pelo nosso dia!!!



Escrito por Roberta Atisano às 09h12
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"O curioso caso de Benjamin Button"

Certos filmes, por si só, já valem o ingresso do cinema ou o valor do aluguel do DVD. No meu caso, o DVD pirata comprado na Av. Ipiranga valeu cada centavo. Este, definitivamente, é o caso de "O Curioso Caso de Benjamin Button". O filme conta a história de Benjamin (Brad Pitt), um homem que já nasce envelhecido e que com o passar do tempo, em vez de envelhecer, rejuvenesce.

 

"(...) Drama baseado no clássico romance homônimo escrito por F. Scott Fitzgerald (O Grande Gatsbi e O Último Magnata) nos anos de 1920, que conta a história de Benjamin Button, um homem que misteriosamente começa a rejuvenescer e passa a sofrer as bizarras consequências do fenômeno. Button, estranhamente, chega aos seus 80 e poucos anos - na New Orleans de 1918, quando a Primeira Guerra está chegando ao fim - e a partir disso começa a ficar mais jovem. Ainda que a cronologia do tempo segue normalmente e ele invada os anos do século 21 (...)"

O elenco conta ainda com Cate Blanchett, Tilda Swinton, Elle Fanning, Elias Koteas, Julia Ormond, Jason Flemyng, Taraji P. Henson, Josh Stewart, Faune A. Chambers, Mahershalalhashbaz Ali, Spencer Daniels, Emma Degerstedt, Patrick Holland e Chandler Canterbury.

Vou ter na coleção, com certeza!!!

"A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás... mas só pode ser vivida olhando-se para frente."



Escrito por Roberta Atisano às 13h13
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"The birth of Venus" (Sarah Dunant)

 

"(...) Em O NASCIMENTO DE VÊNUS, Sarah Dunant refaz os passos de Lucrezia — na verdade Alessandra Cecchi, filha com aspirações artísticas de um rico comerciante florentino —, ao mesmo tempo que reconstrói um dos mais formidáveis centros de cultura e arte da história da humanidade (...)".

Em mais uma de suas ótimas indicações literárias, a Pati me emprestou, há décadas, "The birth of Venus", em inglês mesmo, da escritora Sarah Dunant ("Marcas de Nascença"). Muito sensível à realidade das mulheres durante a Renascença, a autora externa bem todas as frustrações e anseios da protagonista, que, na verdade, vive uma realidade bastante diferente da que gostaria, encarcerada pelos padrões sociais da época, na qual as mulheres não tinham permissão de expressar seus sentimentos através das artes. Sensível, delicado. Com certeza, vou ler de novo algum dia (mas em português, viu, Pati, porque a densidade da estória não me permite outra leitura em inglês, pelo menos por enquanto). Recomendo.

E, apenas a título de advertência, nem percam tempo com o há algum tempo aclamado "Zonas Úmidas", da inglesa Charlotte Roche. Longe de ser erótico, a narrativa é nojenta... acho que nunca tinha lido algo mais nojento em uma folha de papel... segue a capa, para alertar os desavisados... com todo respeito à crítica que elogiou a "obra" e à opinião de quem curtiu...



Escrito por Roberta Atisano às 09h33
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"Click"

“(...) Michael Newman (Adam Sandler) é casado com a atraente Donna (Kate Beckinsale), com quem tem um casal de filhos maravilhosos, Ben (Joseph Castanon) e Samantha (Tatum McCann). Só que ele não tem oportunidade de vê-los com freqüência, pois tem feito serão até tarde no escritório de arquitetura em que trabalha, na esperança de que seu chefe mal-agradecido (David Hasselhoff) reconheça algum dia sua contribuição valiosa e lhe ofereça sociedade na firma. Quando tiver uma vida mais confortável garantida, aí sim ele poderá dar toda a atenção à mulher e aos filhos. Pelo menos, isso é o que ele vive dizendo para si mesmo. Depois de passar uma noite em claro trabalhando, Michael está exausto e se frustra, quando não consegue nem descobrir qual dos seus muitos controles remotos liga a televisão. Ele decide, então, comprar um controle universal perfeito para operar todos os seus equipamentos eletrônicos e acaba nos fundos da loja Cama, Banho & Além, onde um funcionário excêntrico, Morty (Christopher Walken), lhe dá um controle remoto experimental único e turbinado com a garantia de mudar a sua vida. E Morty não estava brincando. Logo, Michael se torna o mestre do seu próprio universo, controlando todos os seus aparelhos ao “click” de um único botão. Mas o controle remoto possui outras funções mais surpreendentes. Ele é capaz de abafar o som dos latidos de Sundance, o cachorro da família — e, ainda mais espantoso, adiantar o tempo, poupando-o de uma discussão chata com sua mulher. Michael fica fascinado pelo seu novo brinquedinho, mas também um pouco assustado. Ele decide fazer uma outra visita a Morty, o sujeito que lhe vendeu o misterioso aparato. Morty diz a Michael que lhe deu exatamente o que ele pediu — um controle remoto universal que lhe permite controlar o seu universo. E diante dos olhos espantados de Michael, Morty demonstra as impressionantes funções avançadas do acessório, incluindo uma função que permite a Michael voltar ou adiantar a sua vida em diversas velocidades. Rapidamente, Michael se torna viciado nessa nova adrenalina do poder, que lhe traz duplos benefícios. Mas logo é o controle remoto que passa a programá-lo, e não o inverso. E a despeito de todas as suas tentativas, Michael, em pânico, não consegue evitar que o acessório decida quais episódios de sua vida ele viverá e quais ele perderá. É só então que ele começa a realmente apreciar e aceitar a própria vida, com tudo o que ela tem de melhor e de pior (...)”

O filme é dirigido por Frank Coraci (que já havia trabalhado ao lado de Sandler em Saturday Night Live; ele ainda dirigiu outros filmes que contavam com Sandler no elenco: “O Rei da Água” e “Afinados no Amor”; reparem ainda que, como é moda entre alguns diretores, ele fez duas pontinhas em suas películas, aparecendo como o enfermeiro gay em “Click”, e como Robert Boutcher em “O Rei da Água”) e escrito por Steve Koren (“Todo Poderoso”) e Mark O'Keefe (“A Volta do Todo Poderoso”). Adam Sandler, Jack Giarraputo (de “Um faz de conta que acontece”, “Zohan”, “Como se fosse a primeira vez”, “A herança de Mr. Deeds” e “O Paizão” – todos com Sandler no elenco), Neal H. Moritz (de “Velozes e Furiosos 4”, “O melhor amigo da noiva”, “Eu sou a lenda”, “S.W.A.T.” e “A casa de vidro”), Steve Koren e Mark O'Keefe são os produtores.

É uma comédia, bem no estilão do Sandler, mas, na medida em que a estória se desenrola, e o protagonista vai "avançando" de maneira descontrolada os eventos da sua vida (o crescimento dos filhos, o divórcio, a morte do pai), atrás da comédia está o fato de que, por mais que alguns (ou muitos) momentos da nossa vida sejam desagradáveis, ou maçantes, ou tristes demais, ou vagarosos demais, TEMOS QUE PASSAR POR TODOS ELES, E NÃO PERDER AS OPORTUNIDADES QUE A VIDA NOS APRESENTA, NEM DEIXAR PRA DEPOIS, OU DE LADO, AS PESSOAS COM AS QUAIS REALMENTE NOS IMPORTAMOS. O roteiro é cômico, mas a temática... nem tanto...

Escrevendo esse post me lembrei de um texto, que acredito ser do Chico Xavier (se não for, me desculpem), que li uma vez no quadro de avisos do Fórum Trabalhista de São Bernardo (você pode encontrar palavras de sabedoria em qualquer lugar mesmo!!!), e que diz o seguinte:

"(...) Amanhã pode ser tarde. Ontem, isso já faz tempo. Amanhã não nos cabe saber.

Amanhã poder ser muito tarde para dizeres que amas, para dizeres que perdoas, para dizeres que desculpas, para dizeres “eu quero tentar de novo”.

Amanhã pode ser muito tarde para pedires perdão, para dizeres “desculpe-me, o erro foi meu”.

O teu amor amanhã, pode já ser inútil. O teu perdão amanhã, pode já não ser preciso. A tua volta amanhã, pode já não ser esperada. A tua carta amanhã, pode já não ser lida. O teu caminho amanhã, pode já não ser mais necessário. O teu abraço amanhã, pode já não encontrar outros abraços. Porque amanhã, sim, pode ser muito tarde.

Não deixes para amanhã para dizer “eu te amo”, “estou com saudades de ti”, “perdoa-me”, “desculpa-me”, “esta flor é para ti”, “estás tão bem”.

Não deixes para amanhã o teu sorriso, o teu abraço, o teu sonho, a tua ajuda.

Não, não deixes para amanhã para perguntares “porque estás triste?”, “o que há contigo?”, “ei, vem cá, vamos conversar?”, “onde está o teu sorriso?”, “ainda tenho chance?”, “já percebeste que eu existo?”, “por que não começamos de novo?”, “estou contigo, sabes que podes contar comigo?”, “onde estão os teus sonhos?”, “onde está a tua garra?”.

Lembra-te que amanhã pode ser tarde. Muito tarde.

Procura, vai atrás, insiste. Tenta mais uma vez. Só o hoje é definitivo. Amanhã pode ser tarde (...)"

 



Escrito por Roberta Atisano às 16h13
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"Beijo e sexo são coisas que não existem" (Gustavo Gitti)

Li um texto esta semana no Yahoo! Posts que me deixou extasiada! Conheço poucos (aliás, muito poucos) homens capazes de fazer uma leitura tão interessante e verdadeira dos pensamentos e dos sentimentos femininos! Compartilho com vocês este "achado", escrito pelo blogueiro Gustavo Gitti, que, em breve, ao que parece, lançará um livro sobre relacionamentos que, diferente da maioria que vejo por aí, vai merecer ser "degustado"...

Ela na ponta dos pés. Ele avançando o peito. Ela sem entender como ele imobilizou suas duas mãos com apenas um braço. Ele pressionando o abdômen, colando as pernas, travando o pescoço, puxando o cabelo. Ela asfixiada, querendo ao mesmo tempo fugir e ser pega. O que fazem suas bocas, línguas e lábios, isso não importa.

"(...) Onde começa o beijo? Quando os lábios se tocam ou quando os pés se levantam? Em que ponto o sexo acaba? Quando ele joga a camisinha no lixo do banheiro ou quando se despedem após o café da manhã? Em qual momento o beijo vira sexo? Eles ficaram ou eles transaram? Se há penetração, é esse o critério? E o sexo oral? É um beijo mais interessante, um melhor uso da boca, ou apenas uma preliminar ao sexo?

Infelizmente não são apenas os adolescentes que pensam sob tais categorizações. Muitos homens encaram suas relações como se fossem moleques aprendendo a beijar. Eles colocam fronteiras e depois, claro, tem dificuldade de ultrapassá-las. Primeiro o beijo, depois tocar o corpo inteiro, depois o sexo. Por imaginar um momento distinto para o beijo, ficam ansiosos (”Qual o melhor momento para avançar?”). Porque supõe que o sexo começa e termina, não sabem o que fazer quando brocham.

O melhor beijo é aquele que não se beija

Às vezes o homem (ou a mulher) quer beijar, mostrar serviço, exibir aquela técnica tailandesa de chupar a língua que leu há anos em um artigo sobre 9 tipos de beijo. Ele quer fazer algo. Antes, porém, ele espera o momento e se move em direção ao beijo. Sua ansiedade o impede de experimentar várias possibilidades. Por exemplo, o que aconteceria se agisse como se o beijo já tivesse acontecido? Ou, se no momento certo para o beijo, não beijasse e seguisse se relacionando noite adentro?

Quem já entendeu que beijo é uma coisa que não existe deixa a energia subir e sempre se surpreende quando o beijo acontece. No primeiro encontro, uma peça de teatro no SESC Avenida Paulista e depois uma longa conversa no Paris 6. No segundo, samba de gafieira, salsa, bolero e forró no Buena Vista Club. A noite inteira colados, suando juntos, às vezes com os lábios a 2 centímetros, mas nenhum beijo. No terceiro encontro, chegam no apartamento dele depois de algumas horas no bar Anhanguera. Quando o beijo acontece, ambos sabem que aquilo que não é um beijo. Ora, beijo seria se tivesse acontecido no segundo encontro. Agora é tarde demais…

O melhor beijo é o que se improvisa quando duas bocas param entreabertas a mílimetros de distância. Beijo respirado. Línguas, lábios e dentes… não. Dos pés aos cabelos, nós beijamos mesmo é com o corpo todo.

O melhor sexo é aquele que não começa

Já vimos que a melhor cantada é transparente: a mulher nunca consegue apontá-la ou localizá-la e por isso não há como se defender. Ela não desconfia que, enquanto ele a corteja, está jogando o jogo mais sujo de todos – fruto da perfeita união entre o homem gentil e o cafajeste. Em vez de se restringir a uma frase, a noite inteira é sua cantada.

Assim como o bom xaveco é invisível, não planejado, assim como um beijo gostoso não se beija, o melhor sexo é aquele que nunca começa e por isso é, desde o primeiro olhar, inevitável.

Ela aceita o jantar e mesmo depois de anos nunca consegue entender como foi parar de pernas para o alto na cama dele. “She didn’t know what hit her”. Ele também: agora, suado, sem roupa, mantém a mesma calma que o acompanhou no restaurante. Durante toda a conversa, ele não parou de conduzi-la, atravessá-la, penetrá-la. Quando colocou a camisinha, não foi diferente.

Aliás, o uso de preservativos talvez seja o principal responsável por acreditarmos que o sexo tenha um começo e um fim:

“O mais extraordinário instrumento de controle sobre a vida sexual foi produzido pela Aids, e isso é uma coisa que se fala muito raramente. Tudo bem, camisinha é legal e obrigatório, por mais que o Papa ache que não. O problema é que a maneira de transar mudou completamente. Com camisinha, primeiro você tem que ter uma ereção, depois coloca, depois penetra, depois tem que ficar até gozar, depois tira e joga fora e aí acabou e cada um vai tomar banho. Mas antes disso transar era ficar ali por 20 minutos, pára, bate um papo, toma um café, se beija, se chupa, explora… era uma dinâmica completamente diferente. A relação com o corpo do outro era completamente diferente. As relações sexuais se tornaram caretas e pragmáticas.” - Contardo Calligaris

É por isso que atualmente os bons amantes, quando não abandonam a camisinha de vez, gastam três, quatro, cinco camisinhas por noite de sexo. Uma massagem, alguns beijos, uma sessão de penetração, água, mais alguns toques, os dois se chupam, outra sessão de penetração, mais água, um breve cochilo, damascos, mais penetração... E as embalagens de camisinha vão se espalhando pelo chão.

O sexo acaba quando paramos por um copo de água? Damascos tem o poder de interromper o coito? Massagem é preliminar? Mas e se eu uso uma extensão do meu corpo para massagear dentro do corpo dela? “Não faça sexo sem camisinha”, dizem algumas campanhas. Como não? Quem falou que o sexo se reduz à penetração?

O que então existe? (para homens)

Você pode passar a noite toda a setenta ou a dois centímetros de distância. Você pode colocar sua língua dentro da boca dela. Você pode tirar a roupa ou não tirar nada. Pode fazer sexo anal ou apenas massageá-la. O que importa é que você se relaciona com ela. Em vez beijo e sexo, há incontáveis modos de relacionamento, interfaces de contato, profundidades de toque.

Pegá-la no colo, beijá-la na boca, bater na cara, conversar, massagear, fazer um 69 em pé, penetrá-la por trás, acariciá-la, respirá-la, lamber seu suor, escrever para ela… É tudo a mesma coisa! Se colocar fronteiras entre olhar, conversar, tocar, beijar e transar, vai ter de ultrapassá-las uma a uma, de modo previsível. Se não enxergar fronteiras, nem ela nem você vai entender como foram parar nessa posição exótica no chão da sala.

Inspire o ar pela boca quando for beijá-la. Puxe lentamente como se quisesse respirá-la para dentro. Não foque a boca dela, relacione-se com ela inteira. Em vez de tentar fazer algo com os lábios e a língua, mova todo o corpo. O beijo acontece por si só. E, quando acontece, ele nunca é um beijo.

Para transar, não use o corpo, penetre o quarto inteiro. Você ouve "Stop this Train", sente o cheiro de baunilha que ficou da barra de massagem, agarra o quadril dela, olha para a janela aberta e mete em tudo isso. Movimenta, invade, faz tremer. De alguma forma, na sua mente, pelos seus cinco sentidos, pelos cinco sentidos dela, a cidade inteira goza.

Por fim, não estranhe se ela também não souber o que acabou de acontecer: “Nossa, o que foi isso?” (...)"

(sem destaques em negrito no original)



Escrito por Roberta Atisano às 21h43
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Gosto não se discute!

Vejam o comentário que eu recebi hoje:

UOL Blog - Comentários

Você já tem o seu blog? Não?
Então crie o seu. É de graça.

 


Qualquer porcaria agora recebe o selo de blogue legal da uol!

23/04/2009 13:37

RESPOSTA:
As pessoas têm sempre a opção de não perder tempo fazendo o que não lhes agrada...

Por conta desse comentário, me lembrei de ter gostado muito de um post da Lalai Loaded, onde ela fala um pouco sobre seu blog. Ela diz o seguinte:

"(...) Um post depois do outro e uma noite no meio. E por aí vai. Nesse blog tem um pouco de muitas coisas: compras, música, cinema, arquitetura, viagem, curiosidades e muito papo furado. Minha intenção é me divertir, e, de quebra, dividir o meu universo com quem quiser ver. Para isso, incluo não só as minhas cismas, mas as de alguns melhores amigos. Se você achar alguma coisa que goste aqui, já me dou por feliz. Se não, volte amanhã porque eu não desisto fácil (...)".

Este blog, assim como o dela, foi criado para a minha diversão. Compartilhar o que penso, sinto, leio ou assisto é um bônus; um bônus que me deixa feliz porque recebo comentários bacanas e construtivos, que nem sempre estão de acordo com o escrevo, mas que demonstram opiniões diferentes com respeito. Conheci pessoas bacanas, gente com muito talento, e muita gente que me faz rir, deixando minha vida mais leve... então, posso dizer que estou feliz com ele.

Assim como a Lalai, fico muito feliz quando alguém gosta de alguma coisa aqui, qualquer coisa! Mas, diferente dela, não tento nem tentarei agradar àqueles que não gostam ou não se identificam comigo ou com o que escrevo, ou com o que eu gosto. Aliás, gosto não se discute, e eu nem pretendo ser unanimidade e só receber elogios, mas, sinceramente? Não gostou? Não volte! Canalize sua energia e seu tempo com coisas que te agradem, que te façam bem... crie um blog, escreva sobre o que gosta. Faz bem à mente e ao coração.



Escrito por Roberta Atisano às 23h59
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Saudações Tricolores

Não lidamos bem com a derrota porque não estamos acostumados com ela... Mas, independente da(s) derrota(a), amarga(a) é claro, e sem trocadilhos, "bola pra frente", pois nossas glórias vêm do passado, mas continuarão presentes, agora e no futuro!

 



Escrito por Roberta Atisano às 15h27
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"Amanhecer" ("Breaking Down" - Stephenie Meyer)

 

"(...) To be irrevocably in love with a vampire is both fantasy and nightmare woven into a dangerously heightened reality for Bella Swan. Pulled in one direction by her intense passion for Edward Cullen, and in another by her profound connection to werewolf Jacob Black, a tumultuous year of temptation, loss, and strife have led her to the ultimate turning point. Her imminent choice to either join the dark but seductive world of immortals or to pursue a fully human life has become the thread from whichthe fates of two tribes hangs. Now that Bella has made her decision, a startling chain of unprecedented events is about to unfold with potentially devastating, and unfathomable, consequences. Just when the frayed strands of Bella's life-first discovered in Twilight, then scattered and torn in New Moon and Eclipse-seem ready to heal and knit together, could they be destroyed... forever? The astonishing, breathlessly anticipated conclusion to the Twilight Saga, 'Breaking Dawn' illuminates the secrets and mysteries of this spellbinding romantic epic that has entranced millions (...)"

Não resisti... li em inglês mesmo!!!

Como o livro só será lançado no Brasil em julho, e algumas pessoas que lêem este blog só vão saber do final da estória de Bella e Edward nessa oportunidade, vou me abster de fazer muitos comentários reveladores... mas posso dizer que o final da saga escrita pela americana Stephenie Meyer foi bem costurado. Algumas explicações não foram dadas, mas deveriam ter sido, e outras informações, nem que explicadas convenceriam o público. Ainda assim, gostei da série, comprarei o livro em português, assitirei aos filmes no cinema, e, provavelmente, terei os DVD´s em minha coleção. E, a despeito das críticas, continuo afirmando que, pelo menos no que se refere à pesquisa (quanto ao mundo mítico dos vampiros), a Stephenie Meyer foi muito feliz e bem sucedida...

Em julho, quando todos já tiverem lido o final da saga, faço um post melhorzinho. Até então, preciso encontrar uma nova estória para me dedicar... aceito sugestões.

 


 

 



Escrito por Roberta Atisano às 12h40
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Blog legal!!!

Compartilho com vocês... podem conferir.

 



Escrito por Roberta Atisano às 17h00
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"Fogo e Gelo" (Robert Frost)

"(...) alguns dizem que o mundo acabará em fogo, outros em gelo. Pelo que provei do desejo fico com quem prefere o fogo. Mas, se tivesse de perecer duas vezes, acho que conheço bastante do ódio para saber que a ruína pelo gelo também seria ótima e bastaria (...)"

Entre duas coisas aparentemente ruins, mas necessárias, como escolher a melhor? Ou a menos pior?

 



Escrito por Roberta Atisano às 09h01
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...

Sabe aqueles dias em que teu passado te chacoalha e você se sente mero expectador da sua própria vida???!!!

Hoje é um desses dias...



Escrito por Roberta Atisano às 18h57
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"Eclipse" ("Eclipse" - Stephenie Meyer)

 

"(...) Enquanto Seattle é assolada por uma seqüência de assassinatos misteriosos e uma vampira maligna continua em sua busca por vingança, Bella está cercada de perigos outra vez. Em meio a isso, ela é forçada a escolher entre seu amor por Edward e sua amizade com Jacob - sabendo que essa decisão tem o potencial para reacender o conflito perene entre vampiros e lobisomens. Com a proximidade da formatura, Bella tem mais uma decisão a tomar: vida ou morte. Mas o que representará cada uma dessas escolhas? (...)"

Melhor que Lua Nova... o mais interessante, na minha opinião, foi como a autora colocou em cheque o amor da protagonista... a Bella morreria pelo Edward; ele é perfeito, o sonho de toda garota: romântico, carinhoso, protetor, cavalheiro etc, etc; mas, ainda assim, ela balança pela jovialidade, pelo entusiamo de outro rapaz, nem de longe tão perfeito! A situação é crível, ainda que nem toda adolescente tenha vivido a experiência de ficar entre dois amores... é óbvio também que, inevitavelmente, me vi pendendo pra um dos lados, fazendo uma torcida silenciosa pelo Edward, e achando que o tal do Jacob é realmente muito abusado... rs... mas achei o conflito interessante.

Minha sobrinha tem o seguinte argumento: o Edward é pra vida toda, pra sempre; ele amará a Bella enquanto existir, e ela sabe disso. Então, já que ela se decidiu sobre ficar com ele pra sempre, deveria aproveitar o Jacob por enquanto... e ficar com o Edward quando já tivesse aproveitado bastante! Cruel (com o Edward)... mas é o argumento de alguém com a idade da protagonista, então até considero válido! Beijo, Juh.

 



Escrito por Roberta Atisano às 23h57
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Um anjo

Hoje fiz minha última audiência em Guarulhos pela empresa na qual trabalho... estou mudando de emprego e, nesta semana, minha cabeça ficou cheia daqueles pensamentos comuns que povoam as mentes de quem se arrisca em uma nova empreitada: será que vai dar certo? Será que vou me adaptar com a velocidade que a empresa precisa? ... essas coisas. Assim, saí da audiência sem prestar atenção em todo o resto, e, como de praxe, parei no ponto de ônibus para esperar minha condução de volta a São Paulo...

Em frente ao ponto de ônibus fica uma loja de roupas femininas, e, como toda mulher normal, eu olho a vitrine dessa loja inevitavelmente... mas hoje, dentro da loja, havia uma menininha de uns dois aninhos com a mãe, e a criança me chamou à atenção mais do que as roupas na vitrine. Ela era linda: a pele branquinha e os cabelos negros, lisos, na altura do pescoço... e o sorriso dela derreteria qualquer um... era inevitável não sorrir de volta. Ela parecia um anjo!

De repente, a menininha saiu correndo da loja e se jogou nos meus braços... irracionalmente até, a abracei e ela me deu um beijo no rosto. A mãe dela saiu apressada da loja, e um pouco encabulada (talvez porque a garotinha tinha Síndrome de Down), e, tirando ela do meu colo, ao mesmo tempo em que me pedia desculpas, disse: - Roberta, você não pode ir "pulando" no colo das pessoas desse jeito, filha!

Antes delas irem embora ainda ganhei mais um beijo da minha charazinha... e pode parecer bobagem, mas fiquei pensando naquela menininha, naquele anjinho, o dia todo. FOI A MELHOR DESPEDIDA QUE GUARULHOS PODERIA TER ME DADO...



Escrito por Roberta Atisano às 22h50
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"Chuva de Novembro" (Carlos de Andrade)

Livrinho despretensioso e, como tal, muito bom na sua simplicidade... um pouco exagerado, mas, ainda sim, bonito, romântico...

"(...) o verdadeiro amor não é aquele que nos revela a pessoa perfeita. Mas aquele que nos revela todas as imperfeições da pessoa amada, que, paradoxalmente, amamos com mais intensidade do que suas próprias qualidades (...)".

Alguém duvida?

 



Escrito por Roberta Atisano às 18h32
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Visual Pós-Carnaval.

Depois voltamos ao azul...



Escrito por Roberta Atisano às 00h03
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Carnaval.

 

 

 

 

 

 

 

Um visual carnavalesco, apesar de eu nunca ter curtido muito o Carnaval, a não ser pelo feriado...

Mas reconheço que muita gente boa se inspira no Carnaval para escrever...



Escrito por Roberta Atisano às 21h55
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"Metal Contra as Nuvens" (Legião Urbana)

"(...) Não sou escravo de ninguém
Ninguém senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz

Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais

Eu sou metal
Raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal
Eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal
Quem sabe o sopro do dragão

Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos.

Minha terra é a terra que é minha
E sempre será
Minha terra
Tem a lua, tem estrelas
E sempre terá

Quase acreditei na tua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa

Quase acreditei, quase acreditei
E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo.
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.

Olha o sopro do dragão

É a verdade o que assombra
O descaso o que condena
A estupidez o que destrói
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais

Tenho os sentidos já dormentes
O corpo quer, a alma entende
Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos

Eu sou metal
Raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal
Eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal
Quem sabe o sopro do dragão

Não me entrego sem lutar
Tenho ainda coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então

Tudo passa
Tudo passará

E nossa história
Não estará
Pelo avesso assim
Sem final feliz
Teremos coisas bonitas pra contar
E até lá
Vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos
O mundo começa agora
Apenas começamos (...)"


Escrito por Roberta Atisano às 19h44
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"Lua Nova" ("New Moon" - Stephenie Meyer)

"(...) Para Bella Swan, há uma coisa mais importante do que a própria vida: Edward Cullen. Mas estar apaixonada por um vampiro é ainda mais perigoso do que ela poderia ter imaginado. Edward já resgatara Bella das garras de um monstro cruel, mas agora, quando o relacionamento ousado do casal ameaça tudo o que lhes é próximo e querido, eles percebem que seus problemas podem estar apenas começando (...)".

Apesar de trazer novas informações sobre a família Cullen, e como já se podia imaginar, algumas complicações para o improvável e desafiador romance de Bella e Edward, "Lua Nova", segundo livro das 'crônicas vampirescas' de Stephenie Meyer (o termo, na verdade, foi cunhado por Anne Rice, de "Entrevista com o Vampiro"), decepciona se comparado ao primeiro, "Crepúsculo". Depois da 'sábia' decisão de Edward em deixar Forks e Bella (para o bem da moça, claro, porque para ela seria melhor que ele nunca tivesse existido), a garota fica extremamente deprimida, e meio maluca também, diga-se de passagem, proibindo-se a si mesma de pensar no amado, mas, ao mesmo tempo, alimentando ilusões nas quais ela ouve sua voz, ou melhor, suas repreensões e suas súplicas para que ela supere o rompimento sem fazer qualquer idiotice... Edward fica fora por meses, então temos capítulos e mais capítulos de lembranças dolorosas (para Bella), lágrimas, letargia e, depois, tentativas desesperadas de colocar a própria vida em risco na esperança de que ele volte para salvá-la (como sempre fez)... some-se a isso um amigo apaixonado que se contenta em apenas ficar ao lado dela. Resumindo, o livro só volta a ficar interessante quando os Cullen voltam a Forks e levam Bella a Volterra, na Itália, para que, desta vez, ela salve a 'vida' de Edward, que, por conta de um mal-entendido, pensa que a amada está morta e decide que não vale mais a pena continuar existindo...

Ainda assim, não dá pra negar que a autora se dedicou à pesquisa para escrever seu romance. Por enquanto, mesmo sendo tão teatrais quanto Lestat, Louis e Armand, os vampiros de Stephenie Meyer se mostram bem mais críveis do que os de Anne Rice, que, de acordo com a Time, pode perder àquela o título de "Rainha da Fantasia".



Escrito por Roberta Atisano às 19h28
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"O filho que eu quero ter" (Toquinho/Vinícius de Moraes)

"(...) É comum a gente sonhar, eu sei
Quando vem o entardecer
Pois eu também dei de sonhar
Um sonho lindo de morrer

Vejo um berço e nele eu me debruçar
Com o pranto a me correr
E assim, chorando, acalentar
O filho que eu quero ter

Dorme, meu pequenininho
Dorme que a noite já vem
Teu pai está muito sozinho
De tanto amor que ele tem

De repente o vejo se transformar
Num menino igual a mim
Que vem correndo me beijar
Quando eu chegar lá de onde vim

Um menino sempre a me perguntar
Um porquê que não tem fim
Um filho a quem só queira bem
E a quem só diga que sim

Dorme, menino levado
Dorme que a vida já vem
Teu pai está muito cansado
De tanta dor que ele tem

Quando a vida enfim me quiser levar
Pelo tanto que me deu
Sentir-lhe a barba me roçar
No derradeiro beijo seu

E ao sentir também sua mão vedar
Meu olhar dos olhos seus
Ouvir-lhe a voz a me embalar
Num acalanto de adeus

Dorme, meu pai, sem cuidado
Dorme que ao entardecer
Teu filho sonha acordado
Com o filho que ele quer ter (...)"

No último dia cinco o Elias fez seis anos, e ontem fizemos uma festinha para a família e os amiguinhos dele. Aí fiquei pensando, mesmo depois de todo o cansaço (afinal, no sábado fui dormir às quatro e meia da madrugada fazendo as lembrancinhas, e no domingo, às oito, eu já estava no salão), que filhos são a coisa mais bacana na vida de alguém! Dão trabalho, é verdade, mas se pararmos pra pensar em tudo que existe de lindo e precioso no mundo, pergunto: quanto trabalho um diamante exige para ser lapidado???

Filhos são como um diamante bruto, e cabe a cada um de nós (pais, avós, tios) lapidá-los! Cabe à nós colocarmos todo nosso empenho nesse processo, até deixa-los polidos, brilhantes, e prontos para encarar o mundo, ainda que algumas arestas ainda precisem ser aparadas... o que não podemos esquecer é que eles são nosso reflexo, não como em um espelho, idênticos, mas como em um diamante, onde pequenas imagens se misturam a fragmentos de várias cores, formando um todo completamente novo, mas de onde emergem, numa observação mais atenta, as "lapidadas" da mãe, do pai, dos avôs e avós, dos padrinhos e madrinhas, dos tios e tias, enfim, de todos aqueles que, de alguma maneira, trabalharam na "pedra bruta" até ela se tornar a mais preciosa jóia... 



Escrito por Roberta Atisano às 22h56
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Amigos

Um amigo escreveu há alguns meses em seu blog que é suficiente termos tantos amigos quanto os dedos de nossas mãos. Não são necessários mais do que estes.

Particularmente, duas mãos de amigos (verdadeiros) é muito! Muito mesmo!

Há tempos, não sei nem dizer desde quando, sei que nunca preenchi sequer os dedos de uma das minhas mãos; então, preencher as duas nunca foi uma das minhas pretensões! É claro que os que "conseguiram um dedo" vão ficar comigo pra sempre! Sei ainda que existem muitas pessoas que gostam de mim, até com uma intensidade que eu não consigo compartilhar, e eu também gosto delas, de verdade, mas a meu modo... o que eu não sei, o que eu nunca soube, mesmo agora, é explicar porque pra mim é tão difícil estreitar laços e me entregar...

"Difícil é querer definir AMIGO. Amigo é quem te dá um pedacinho do chão quando é de terra firme que você precisa, ou um pedacinho do céu se é sonho o que te faz falta. Amigo é mais que ombro amigo, é mão estendida, mente aberta, coração pulsante, costas largas. É quem tentou e fez, e não tem o egoísmo de não querer compartilhar o que aprendeu. É aquele que cede e não espera retorno, porque sabe que o ato de compartilhar um instante qualquer contigo já o alimenta, satisfaz. É quem já sentiu ou um dia vai sentir o mesmo que você. É a compreensão para o seu cansaço e a insatisfação para a sua reticência. É aquele que entende seu desejo de voar, de sumir devagar, a angústia pela compreensão dos acontecimentos, a sede pelo "por vir". É ao mesmo tempo espelho que te reflete e óleo derramado sobre suas águas agitadas. É quem fica enfurecido por enxergar seu erro, por querer tanto o seu bem e saber que a perfeição é utopia. É o sol que seca suas lágrimas, é a polpa que adocica ainda mais o seu sorriso. Amigo é aquele que toca na sua ferida numa mesa de chopp. Acompanha suas vitórias, faz piada amenizando problemas. É quem tem medo, dor, náusea, cólica, gozo, igualzinho a você. É quem sorri pra você sem motivo aparente. É quem sofre com seu sofrimento. É o padrinho filosófico dos seus filhos. É o achar daquilo que você nem sabia que buscava. Amigo é aquele que te lê em cartas esperadas ou não, em pequenos bilhetes na sala de aula, em mensagens eletrônicas emocionadas (ou em posts estúpidos no seu blog). É aquele que te ouve ao telefone mesmo quando a ligação é caótica, com o mesmo prazer e atenção que teria se estivesse olhando em seus olhos. Amigo é multimídia. Olhos... É quem fala e ouve com o olhar, o seu e o dele em sintonia telepática. É aquele que percebe em seus olhos os seus desejos, seus disfarces e suas alegrias e medos. É aquele que aguarda pacientemente e se entusiasma quando vê surgir aquele tão esperado brilho no seu olhar, e é quem tem uma palavra sob medida quando estes mesmos olhos estão amplificando uma tristeza anterior. É lua nova, é a estrela mais brilhante, é luz que se renova a cada instante com múltiplas e inesperadas cores, que cabem todas nas suas íris. Amigo é aquele que te diz "eu te amo" sem qualquer medo de má interpretação. Amigo é quem te ama e ponto. É verdade e razão, sonho e sentimento. AMIGO É PARA SEMPRE, MESMO QUE O SEMPRE NÃO EXISTA!"

Hoje sei que tenho um dedo a menos...



Escrito por Roberta Atisano às 19h04
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"Se você pudesse viver para sempre, para o quê você viveria?" ("Crepúsculo" ("Twilight"))

      

      

O livro é melhor, mais romântico (muito mais, aliás), e com um número muito maior de detalhes... mas achei o filme bem bacana, e bastante fiel (na medida do possível quando se tenta transportar todo o universo de um livro para o curto espaço de um filme) às informações principais da estória. O elenco é praticamente desconhecido, mas conseguiu manter as características e o "charme" de cada personagem... A direção ficou por conta da "quase" estreante Catherine Hardwicke, que teve uma pequena participação na direção de "Vanilla Sky" (Tom Cruise), e, em 2003, fez seu primeiro trabalho "de verdade", escrevendo (em conjunto com a atriz Nikki Reed, a Rosalie de Crepúsculo) e dirigindo o sucesso adolescente "Thirteen" ("Aos treze").

É uma estória de amor impossível, então, só por esse fato, já gostei! O impossível é sempre melhor...

E, apesar de adolescente, recomendo... já disse que gosto de estórias de vampiros...

 

Vale ainda pela trilha sonora: de Debussy a Linkin Park, ou seja, da suavidade da música clássica ao rock um pouco mais pesado, e com muito piano (que eu simplesmente acho maravilhoso e sempre tive vontade de aprender a tocar), me agradou praticamente em todas as faixas!

 

 



Escrito por Roberta Atisano às 23h07
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Tudo azul!!!

De novo...

 

 

 

Nova mudança de visual... mais azul outra vez!!!



Escrito por Roberta Atisano às 23h05
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30 primaveras...

Agora não tem mais jeito... me tornei oficial, inequívoca e irrevogavemente BALZAQUIANA!!! Não doeu tanto como eu imaginava, mas ainda estou tentando me adaptar a uma idade que eu nem de longe sinto que tenho... a mente não acompanhou o corpo!

Recebi inúmeras mensagens, e-mails e telefonemas de pessoas queridas, às quais agradeço de coração pela lembrança! Ganhei diversos presentes, mimos, e uma comidinha especial da mamãe, além do carinho do meu filhote e da minha sobrinha...

Resumindo, o dia foi muito melhor do que eu esperava!

Uma homenagem bastante adequada...

"(...) De repente, trinta.

No dia anterior, você se levanta, toma seu café com leite, come meio pãozinho francês com margarina, tira seu carro da garagem, chega ao trabalho, coloca seu blusão nas costas da cadeira, se senta, liga o computador, analisa e despacha cerca de vinte processos pela manhã, sai para um lanche rápido na padaria em frente, volta ao trabalho, despacha mais vinte processos, responde dois ofícios, participa de uma reunião, assina seu ponto, entra no carro, chega em casa, toma um banho, veste aquela calça velha de agasalho e aquela camiseta favorita, descasca duas bananas, janta as duas bananas, prostra-se diante do laptop, fitando-o incessantemente por dez minutos, espanca seu teclado por mais vinte minutos, relê, apaga toda aquela merda, coloca uma coletânea da Janis Joplin no CD-player, escuta a guria cantar "Maybe" e "Kozmic Blues" até seu coração sangrar sem fim, telefona para a namorada, desliga, ouve seus pais contarem como havia sido em 26 de setembro de 1978 (uma história que você conhece de cor-e-salteado, mas nunca se cansa de escutar), se despede dos dois, volta para o quarto, olha novamente para o laptop, desiste de escrever, apanha o livro do Bret Easton Ellis que insiste em se prolongar mais do que, na verdade, deveria, lê quarenta páginas, liga a tevê, procura alguma mesa-redonda futebolística ou as notícias na CNN em espanhol, desiste de tudo, respira fundo, apaga as luzes, fecha os olhos e cai num sono profundo.

Acorda no outro dia com trinta anos de idade. De repente, assim. É normal fazer trinta anos, é um dia como qualquer outro, ainda que as pessoas estejam esperando ansiosamente o seu relato sobre como é chegar a essa idade. Eu não tenho saco para responder a essas perguntas, geralmente mando um "é a mesma coisa que senti ontem", porque é a verdade e eu não posso fazer nada quanto a isso. Um ano a mais para viver, amar, seguir. O que é bem massa é que, mesmo após essa pergunta, você consegue erguer a cabeça, olhar fixamente para a pessoa e fazê-la entender, nesse olhar, que você se sente tão bem aos trinta anos que seria estúpido de sua parte trocar-se, mesmo que fosse possível, por dois de quinze. (...)" - Luís Fernando Pinotti Silva



Escrito por Roberta Atisano às 22h19
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"Crepúsculo" - ("Twilight" - Stephenie Meyer)

  

Bom, como toda boa rata de biblioteca, EU LEIO PRATICAMENTE TUDO O QUE ME CAI NAS MÃOS, dos clássicos à sub-literatura (sem menosprezo... é que classifico como sub-literatura tudo aquilo que (ainda) não faz parte da primeira categoria), e não são raras as vezes em que acabo apaixonada por alguma estória ou personagens dos livros que leio, sejam eles da Jane Austen ou da Meg Cabot, por exemplo (minha última "paixonite" (sub)literária foi pela estória do espírito de um cowboy assassinado que se envolve com uma garota sensitiva... podem rir...). O sobrenatural sempre exerceu sobre mim um certo fascínio, e quem me conhece sabe muito bem que eu não resisto a estórias de vampiros... assim, depois de um recusado (de início) convite para ir ao cinema, minha sobrinha Juliana e seus pais me presentearam, no Natal, com um exemplar de "Crepúsculo" ("Twilight" - Stephenie Meyer), ao qual me dediquei somente após o Ano-Novo, mas consumi ferozmente em menos de 48h...

"(...) Quando Isabella Swan se muda para a melancólica cidade de Forks e conhece o misterioso e atraente Edward Cullen, sua vida dá uma guinada emocionante e apavorante. Com corpo de atleta, olhos dourados, voz hipnótica e dons sobrenaturais, Edward é ao mesmo tempo irresistível e impenetrável. Até então, ele tem conseguido ocultar sua verdadeira identidade, mas Bella está decidida a descobrir seu segredo sombrio. O que Bella não percebe é que quanto mais se aproxima dele, maior é o perigo para si e para os que a cercam. E pode ser tarde demais para voltar atrás (...)".

Com uma dose de mistério, uma combinação de realidade e fantasia, e regado a muito (mas muito mesmo) romance e juras de amor eterno, foi difícil não se envolver com as personagens e com a trama, bem enredada até, da despretensiosa Stephenie Meyer... vou ver o filme, mas já, de antemão, acho que vou preferir o livro (como sempre)... e é óbvio que não será sacrifício nenhum ver o Robert Pattinson enfeitar a tela...

Como meu marido vive me dizendo, acho que eu ainda sou meio adolescente... c´est la vie! 



Escrito por Roberta Atisano às 18h05
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De cara nova!

Ano Novo, vida nova, blog novo!

A única coisa que me deprimiu neste Ano Novo é que no próximo dia 6 me torno, oficial e irremediavelmente, BALZAQUIANA!!!



Escrito por Roberta Atisano às 21h49
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