Pra assistir no Dia dos Namorados: "Vicky Cristina Barcelona"



"(...) Duas jovens americanas - a conservadora Vicky (Rebecca Hall) e a aventureira Cristina (Scarlett Johansson) - viajam para Barcelona a fim de passar as férias de verão e acabam se envolvendo em confusões amorosas com um artista extravagante e sua insana ex-esposa (...)" Pra assistir no Dia dos Namorados, ou em qualquer outro dia do ano, "Vicky Cristina Barcelona", apesar das severas críticas e da, na minha opinião, injustificada decepção de alguns fãs, confirma que Woody Allen ("O Sonho de Cassandra", "Match Point" e "Encontros e Desencontros") não tem fase ruim! Vicky (Rebecca Hall, de "O Garoto Nota 10" e "O Grande Truque" (também com a Scarlett no elenco)) e Cristina (Scarlett Johansson, de "A Ilha", "Scoop", "O Grande Truque" e "Encontros e Desencontros" (também do Allen)) são duas amigas que vão passar as férias de verão em Barcelona - aliás, o cenário não poderia ter sido melhor escolhido para albergar todo o charme da estória e das personagens. Vicky é um mulher prática, que deseja um casamento seguro e uma vida economicamente estável (tendo, assim, uma chance realmente grande de ser infeliz!). Cristina, em oposição à Vicky, rejeita esse tipo de vida, apesar de não criticar veementemente a amiga, e, apesar de sua "insatisfação crônica", e ainda dos relacionamentos vazios que experimenta, é um tipo mais interessante de personagem. As duas acabam se envolvendo com Juan (Javier Bardem, de "Onde os Fracos Não Têm Vez"), o que não é pecado nenhum porque, meu Deus, dá pra resistir àquela "hispanidade" toda???! Mas de volta ao filme, e parafraseando a melhor crítica que eu li a respeito (a do Yahoo! Cinema), até mesmo porque reconheço que as minhas são fraquinhas e que eu, nem de longe, traduziria melhor minhas impressões sobre la pelicula, "(...) o que faz toda a diferença é o olhar de Allen na direção do que ele conhece bem: a vida burguesa de pessoas que orbitam o mundo artístico. Sem contar sua capacidade de encenador, que parece ter atingido o ponto máximo. Os atores, claro, dão um show à parte. Fazia muito tempo que Penélope Cruz (Volver) não tinha um desempenho tão marcante e Javier Bardem se beneficia de seu personagem, um dos mais carismáticos da carreira do diretor nova-iorquino. Esses dois exemplos calam a boca daqueles que insistem em dizer que Allen só dirige bem seus amigos ou que ele só se contenta quando o ator o imita em cena (...)". Como diz um outro fã do Allen, ele ainda é melhor que todo o resto!
Escrito por Roberta Atisano às 16h09
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Parabéns!

Hoje o pato mais famoso do mundo completa 75 aninhos. Donald Fauntleroy Duck "nasceu" em 09/06/1934. "Filho" de Carl Barks (criador da cidade de Patópolis e de todos os seus moradores, o Hans Christen Andersen dos desenhos), apareceu pela primeira vez na animação "The wise little hen", da série Silly Sinfonies. Até 1985, sua voz vinha do americano Clarence Nash (descoberto pelo próprio Walt Disney em uma de suas viagens pelos Estados Unidos); com a morte de seu primeiro dublador, hoje Donald "fala" através de Tony Anselmo, treinado pelo próprio Nash para ser seu suscessor após sua morte. No Brasil, ganhou as vozes de Márcio Gianullo, Cláudio Galvan, Garcia Junior e Marco Antonio Costa. Mal humorado, ranzinza e teimoso, é um dos personagens Disney mais querido pelo público. Particularmente, prefiro o Pateta... aliás, obrigada, Juh, pelo meu Goofy-Vader... ele é o melhor!
Escrito por Roberta Atisano às 18h03
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